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	<title>Fauna e Flora Brasileira</title>
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		<title>Fauna e Flora Brasileira</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 01:12:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>faunabrasileira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna e Flora Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[Como se sabe o Brasil é o país com a maior diversidade do mundo. Segundo o evolucionista Ernst Mayr fauna é em estrito senso “a totalidade de espécies na área” -is the totality of especies in the area, e em lato senso “as espécies animais encontradas em uma área como resultado da história da área [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=49&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como se sabe o Brasil é o país com a maior diversidade do      mundo.</p>
<p>Segundo o evolucionista Ernst Mayr fauna é em estrito senso “a      totalidade de espécies na área” -is the totality of especies      in the area, e em lato senso “as espécies animais encontradas      em uma área como resultado da história da área e suas      condições ecológicas presentes” &#8211; the kinds of      animals found in a area as a result of the history of the area and its present      ecological conditions (Evolution and Diversity. Selected essays of life. Harward      University Press. Engelad, p.563).</p>
<p>A fauna pode ser doméstica ou seja compreende os animais domesticados      pelo homem e selvagem que são os animais selváticos, isto é      , os animais que vivem em estado selvagem, ou seja os que não dependem      do homem para sobreviver e procriar, os que vivem livres em seu habitat. Normalmente      quando se fala em fauna pensamos logo na fauna selvagem, de forma que é      a que tratamos aqui.</p>
<p><strong>Como se sabe, a fauna tem importância fundamental: </strong></p>
<p>no equilíbrio dos ecossistemas em geral, pois muitos animais são      vitais à existência de muitas plantas, pois se constituem no      elo de procriação já que são seus agentes polinizadores,      como no caso dos beija-flores, insetos como borboletas, besouros etc.</p>
<p>muitos animais são dispersores de sementes que necessitam passar      por seu trato intestinal, como muitos mamíferos, sem contar que praticamente      todos o animais são excelentes agentes adubadores.</p>
<p>também tem sua importância na cadeia alimentar.</p>
<h4>Fator alimentar</h4>
<p>Em termos de alimentação a fauna é importantíssima      foi primordial à raça humana que dependia dela para sobreviver.      A caça foi a forma rudimentar utilizada por nossos ancestrais para      a obtenção de alimento. Ainda é para muitas tribos indígenas      que vivem isoladas na Amazônia.</p>
<p>Já, o manejo da fauna também poderá ser muito importante      para o homem dito civilizado, o qual poderá manter e desenvolver criação      de animais silvestres para fins de obtenção de proteína.      Cada dia que passa os conhecimentos científicos adquiridos nesta área      possibilitam um melhor desenvolvimento desta atividade, o que poderá      resultar em uma grande diversidade de espécies utilizáveis,      melhorando a quantidade e qualidade da produção, complementando      os produtos extraídos dos animais domésticos, através      da biotecnologia e da utilização da engenharia genética.      Mas tudo isto respeitando a preservação das espécies.</p>
<h4>Fator turístico</h4>
<p>A manutenção da fauna silvestre também possibilita      a sua exploração turística, pois a cada ano cresce o      número de pessoas que procuram os parques naturais para ver os animais      selvagens. Só de “birdwatchers” -que são aqueles      que observam os pássaros, estima-se que existam mais de 80 milhões,      o que representam um potencial econômico importantíssimo, pois      necessitam usar hotéis e o comércio próximo às      áreas de observação, gerando assim enormes receitas.      Sem contar a pesca para alimentação em áreas naturais      que também gera milhões de dólares em todo o mundo.</p>
<p>Além desse aspecto, a pesca esportiva pode se tornar enorme fonte      de renda para o Estado por meio de impostos e para milhões de pessoas      ou empresas ligadas direta ou indiretamente a ela. Nos EUA por exemplo, este      esporte transformou-se em uma indústria com faturamento anual direto      em torno de US$60 bilhões e faz parte do sistema de preservação      dos parques naturais através da sua organizadora a Fish and Wildlife      Service. Sem contar a possibilidade de exploração turística      da pesca esportiva.</p>
<h4>Fator educativo</h4>
<p>Em termos educadionais, a manutenção da fauna também      é muito importante, pois possibilita aos jovens o contato com os animais      selvagens passando assim a conhecer a vida em seu esplendor primitivo, permitindo      que se tirem lições de vida e comportamentais através      de sua observação atenta.</p>
<h4>Fator de beleza cênica</h4>
<p>Outra importância da manutenção da fauna através      de parques e reservas naturais é a possibilidade de fornecer às      pessoas locais de grande beleza plástica e cênica, o que valoriza      a condição de vida de todos os que tem acesso a ela.</p>
<h4>Natureza jurídica da fauna</h4>
<p>Como se sabe, os elementos que compõem a fauna e ela própria,      fazem parte da biodiversidade e esta é um dos principais aspectos que      formam o meio ambiente. Já o meio ambiente equilibrado é um      bem de uso comum do povo e essencial à qualidade de vida, nos termos      do art.225 da Constituição Federal, o que leva a conclusão      de que a fauna como componente do meio ambiente também é um      bem de uso comum do povo e conseqüentemente um bem difuso, além      de ser um bem ambiental.</p>
<p>Não se trata de um bem público no sentido de propriedade do      Poder Público, mas de um bem de caráter público, difuso      e de uso comum do povo.</p>
<p>Portanto, no Brasil a fauna tem a natureza jurídica de um bem ambiental      de uso comum do povo e de caráter difuso.</p>
<h4>Proteção e declínio</h4>
<p>A proteção da fauna e flora pode e deve ser feita através      de: medidas administrativas e legais.</p>
<h4>Medidas Administrativas</h4>
<p>São feitas através da criação de unidades de      conservação pelo Poder Público como parques nacionais,      estaduais e municipais, estações ecológicas, florestas      naturais, refúgios da vida selvagem, APAs- Áreas de Proteção      Ambiental, Reservas da Biosfera e as Reservas Particulares do Patrimônio      Natural (RPPNs).</p>
<p>Há ainda as regras contidas nas convenções internacionais      que são adotadas por muitos países, como a Convenção      de RAMSAR sobre as zonas úmidas de importância internacional,      especialmente como habitat de aves aquáticas, a Convenção      sobre o comércio internacional das espécies da fauna e flora      selvagem em perigo de extinção, conhecida como CITES, onde relaciona      os animais e plantas em perigo de extinção e regulamenta o seu      comércio internacional, só para citar algumas.</p>
<h4>Medidas Legais</h4>
<p>Em relação a legislação propriamente dita, no      Brasil há muitas leis protetoras da fauna e flora, pois vejamos.</p>
<p>O art.1º da Lei 5.197/67, protege os animais selvagens, considerando      como tais os que vivem naturalmente fora do cativeiro.</p>
<p>Já a Constituição Federal diz que compete à      União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente      sobre a fauna (art.24,VI). Determina também que o Poder Público      proteja a fauna e a flora, ficando proibido práticas que coloquem em      risco a sua função ecológica, provoquem a extinção      de espécies ou submetam animais à crueldade (art.225).</p>
<p>Decreto-lei 221, de 28.2.67; regulamenta a proteção da fauna      ictiológica (peixes), conhecido como Código de Pesca, o qual      não protege apenas os peixes mas é mais amplo pois protege “todos      os elementos animais ou vegetais que tenhamna água seu normal ou freqüente      meio de vida (art.1º).</p>
<p>A Lei 7.643, de 18.12.87, proíbe a pesca de cetáceos em águas      brasileiras.</p>
<p>Lei 9.605/98: a nova lei dos crimes ambientais regula também os crimes      contra a fauna (art.29 ao art.37) e contra a flora (art. 38 ao art.53).</p>
<p>Lei 7.347/85 &#8211; por se constituírem bens de propriedade do Estado,      de domínio público ao mesmo tempo que bens ambientais legalmente      protegidos, tanto a fauna quanto a flora silvestre, podem ser protegidos através      da ação civil pública regulamentada pela. O Ministério      Público e as entidades que preencham os requisitos ali relacionados      podem e devem propor a aplicação da legislação      protetiva pertinente em havendo algum dano ou ameaça de dano aos citados      bens.</p>
<p>Ou seja, há legislação suficiente para proteger a fauna.</p>
<p>Dessa forma a fauna tem importância primordial na existência      e desenvolvimento das áreas naturais, o que vale dizer ainda que são      produtores indiretos dos benefícios econômicos que a exploração      da madeira, frutas, resinas florestais, entre outros, podem proporcionar aos      homens.</p>
<p>Ademais, não podemos esquecer que o reino animal e o reino vegetal      formam uma fina camada na superfície da terra, conhecida como biosfera,      regida por rigorosas leis fisiológicas que em harmonia permitem a sobrevivência      das espécies. Quebrar esta harmonia abruptamente pela interferência      humana fará com que milhões de espécies entrem em processo      de extinção, resultando a médio e longo prazo a própria      extinção da espécie humana; de sorte que a manutenção      da vida selvagem e da flora natural é primordial para a manutenção      da vida global.</p>
<p>O declínio da fauna mundial é constatada a todo momento, devido      principalmente pela destruição dos ambientes naturais. A cada      dia extinguem-se várias espécies em todo o mundo.</p>
<p>Assim, podemos concluir que a fauna tem importância vital para a manutenção      da biosfera da terra e conseqüentemente para o ser humano e sua preservação      é primordial para mantermos a qualidade de vida do planeta, bem como      a própria vida no planeta.</p>
<p><span class="fonte">Fonte: </span>www.aultimaarcadenoe.com</p>
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		<title>Fauna e Flora Brasileira</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 01:11:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>faunabrasileira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna e Flora Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[No território brasileiro existe uma enorme variedade de plantas e animais.Eles são muito importantes para o equilíbrio da natureza. Mas também são importantes para o homem que se utiliza deles para sua própria vida. Vamos conhecer um pouco sobre a vegetação e a fauna encontradas no Brasil e estudar seu aproveitamento pela sociedade? A vegetação [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=47&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="corpo">No território brasileiro existe uma enorme variedade de plantas e      animais.Eles são muito importantes para o equilíbrio da natureza.</p>
<p>Mas também são importantes para o homem que se utiliza deles      para sua própria vida.</p>
<p>Vamos conhecer um pouco sobre a vegetação e a fauna encontradas      no Brasil e estudar seu aproveitamento pela sociedade?</p>
<h4>A vegetação brasileira</h4>
<p>A vegetação participa da biodiversidade do nosso planeta.</p>
<p>São muitas as aplicações dos vegetais na alimentação,      medicina, vestuário, habitação e na atividade industrial.</p>
<p>É um hábito antigo do homem fazer uso das plantas. Com o passar      do tempo, acabamos descobrindo que muitos vegetais, além de atenderem      às nossas necessidades básicas de alimentação      e de abrigo, podiam também ser utilizados para curar doenças.</p>
<p>Com os avanços tecnológicos, passamos a usar mais e mais substâncias      medicinais vindas dos vegetais, trazendo novas oportunidades de cura e melhoria      da nossa qualidade de vida.</p>
<p>E ainda há muito há ser estudado sobre a nossa flora.</p>
<p>Você consegue citar alguns produtos que os vegetais podem nos dar?</p>
<h4>Madeira</h4>
<p>A madeira é usada nas construções, na fabricação      de embarcações, na carpintaria e marcenaria (móveis,      embalagens, torneados, cabos de ferramentas), na confecção de      materiais esportivos, de instrumentos musicais e para decoração      em geral. Hoje em dia sabemos que a derrubada de árvores deve ser fiscalizada,      pois por causa da falta de controle, muitas espécies que forneciam      madeiras belas talvez nem existam mais num futuro próximo.</p>
<p>As madeiras mais utilizadas são da cumarurana, da cana-brava, do jatobá,      da carnaúba e do ipê-amarelo.</p>
<h4>Fibra</h4>
<p>A fibra é extraída de diversas plantas e utilizada no artesanato      (de cestos, chapéus, peneiras) e na fabricação de tecidos,      redes, cordoaria e tapetes. É extraída da carnaúba, do      jatobá, do olho-de-boi, do cipó-de-beira-mar, do cipó-de-canoa.</p>
<h4>Celulose</h4>
<p>É o principal formador da fibra e sai principalmente da polpa da      madeira para a composição do papel. A celulose é extraída      da carnaúba, da timbaúba, do ipê-amarelo, do umbu, da      fruta-de-cutia.</p>
<h4>Óleos essenciais</h4>
<p>Os óleos essenciais são também chamados de óleos      voláteis e saem das plantas aromáticas como amburana, capim-limão,      canela-silvestre, babaçu, pau-rosa e caju. Têm sabor e aroma      agradáveis, por isso com essas plantas fabricamos perfumes e produtos      de beleza. Na fabricação dos remédios e do fumo os vegetais      também dão o sabor.</p>
<h4>Alimentos</h4>
<p>Como alimento humano, cada vez mais espécies de vegetais vão      sendo introduzidas na nossa agricultura e passam a ser utilizadas na nossa      alimentação. A maior parte dos vegetais também serve      de alimento para os animais.</p>
<p>Comer alimentos de origem vegetal é muito importante para nossa saúde.      Milho, caju, mangaba, babaçu, tamarindo, macaxeira e amendoim são      alguns exemplos.</p>
<h4>Vegetais tóxicos</h4>
<p>É chamado de tóxico o vegetal que tem uma substância      que envenena. Ele é útil na fabricação de remédios      para matar insetos, ratos e carrapatos.</p>
<h4>Fármacos</h4>
<p>Os fármacos são os vegetais utilizados para fabricar remédios      e podem ser extraídos de qualquer parte da planta. Alguns vegetais      que fornecem substâncias para a produção de fármacos:      a cabreúva, o anjico-branco, a erva-pombinha, a lágrima-de-jó,      o jacarandá.</p>
<h4>A fauna brasileira</h4>
<h5>Você sabe o que é fauna?</h5>
<p>Fauna é o conjunto das espécies animais. Cada animal é      adaptado ao tipo de vegetação, clima e relevo da região      onde vive.</p>
<p>O Brasil possui uma fauna muito diversificada. Somos o país da América      do Sul com a maior diversidade de aves. Alguns dos animais da fauna brasileira      não existem em outra parte do mundo. Mas toda essa diversidade não      significa abundância de espécies, principalmente porque o desmatamento      das florestas, a poluição das águas, o comércio      ilegal de animais e a caça predatória são fatores que      vêm exterminando muitos animais e diminuindo a riqueza de nossa fauna.</p>
<p>Um problema grave para a fauna do Brasil: novas espécies estão      sendo descobertas e imediatamente consideradas ameaçadas de extinção.      O mico-leão-caissara, o bicudinho-do-brejo e a ararinha-azul são      exemplos de animais que em breve poderão deixar de existir. Vale lembrar      que todas as espécies têm grande importância para os ecossistemas      naturais e basta a extinção de uma delas para que graves desequilíbrios      ocorram no meio ambiente.</p>
<p><span class="fonte">Fonte: </span>www.ibge.gov.br</p>
<h1>Fauna e Flora Brasileira</h1>
<p class="img"><strong><img src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/brasil/imagens/ema.jpg" alt="" width="186" height="147" /><br />
Rhea americana &#8211; Ema</strong></p>
<p>O Bioma Cerrado ocupa cerca de 2 milhões de km2 do território      brasileiro. Ocorre em 13 estados brasileiros e no Distrito Federal, e também      na Bolívia.</p>
<p class="img"><strong><img src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/brasil/imagens/caitetu.jpg" alt="Tayassu tajacu - Caitetu" width="186" height="147" /><br />
Tayassu tajacu &#8211; Caitetu</strong></p>
<p>A ocupação começou no Séc. XVIII. As incursões      nessa vasta região eram realizadas principalmente através dos      rios e veredas, caracterizadas pela ocorrência de buritis (Mauritia      flexuosa), devido a maior facilidade de penetração. O interesse      inicial era a exploração mineira nos estados de Goiás      e Mato Grosso.</p>
<p class="img"><strong><img src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/brasil/imagens/falsa-ciganinha.jpg" alt="Falsa-ciganinha - Riedeliella" width="175" height="206" /><br />
Falsa-ciganinha &#8211; Riedeliella</strong></p>
<p>Concomitantemente e também após o declínio destas atividades      houve a implantação de uma pecuária extensiva baseada      em pastagens nativas e capins africanos como o jaraguá (Hyparrhenia      rufa) e capim gordura (Melinis minutiflora). Essas atividades pecuárias      antigas encontram-se hoje em desuso devido a baixa produtividade e a destruição      ambiental. Atualmente a maioria dos pecuaristas adotam técnicas modernas      de produção e há um aumento crescente com as questões      ambientais.</p>
<p class="img"><strong><img src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/brasil/imagens/morceguinho-do-cerrado.jpg" alt="Lonchophylla dekeyseri - Morceguinho do Cerrado" width="181" height="159" /><br />
Lonchophylla dekeyseri &#8211; Morceguinho do Cerrado</strong></p>
<p>A grande ocupação do Cerrado iniciou no século XX, com      o translado da capital do Brasil do Rio de Janeiro para Brasília. No      final da década 70, a Região do Cerrado era pouco explorada.      As correntes migratórias, principalmente das regiões Sul e Sudeste      do país, tornaram o Cerrado o celeiro do mundo.</p>
<p class="img"><strong><img src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/brasil/imagens/estilosantes.jpg" alt="Estilosantes - Stylosanthes" width="300" /><br />
Estilosantes &#8211; Stylosanthes</strong></p>
<p>Segundo dados da Embrapa Cerrados hoje existem na região 50 milhões      de hectares de pastagens cultivadas, 30 milhões de hectares de pastagens      nativas, 13,5 milhões de hectares de culturas anuais e dois milhões      de hectares de culturas perenes e florestais.</p>
<p class="img"><strong><img src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/brasil/imagens/paca.jpg" alt="Agouti paca - Paca" width="250" /><br />
Agouti paca &#8211; Paca</strong></p>
<p>Atualmente muitas empresas agropecuárias adotam tecnologias de ponta      para fazer o Cerrado produzir. Devido a baixíssima fertilidade dos      solos foram adotadas técnicas de correção, adubação      e manejo dos mesmos, alem de produzir cultivares de plantas comerciais adaptados      ao Bioma.</p>
<p class="img"><strong><img src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/brasil/imagens/buriti.jpg" alt="Buriti - Mauritia" width="69" height="103" /><br />
Buriti &#8211; Mauritia</strong></p>
<p>Com todo esse desenvolvimento econômico houve uma perda do conhecimento      sobre a fauna e a flora existente nesta área, principalmente sobre      o potencial valor econômico dos mesmos.</p>
<p class="img"><img src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/brasil/imagens/jacare-do-papo-amarelo.jpg" alt="Caiman latirostris - Jacaré do papo amarelo " width="236" height="176" /><br />
<strong>Caiman latirostris &#8211; Jacaré do papo amarelo </strong></p>
<p>A flora e fauna do Cerrado são riquíssimas. Esta região      possui cerca de 10.000 espécies vegetais. Estima-se que em cada hectare      podem ser encontradas cerca de 400 espécies de plantas. Quanto a fauna      são conhecidas cerca de 1.600 espécies de animais.</p>
<p class="img"><img src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/brasil/imagens/amendoim-forrageiro.jpg" alt="Amendoim Forrageiro - Arachis" width="300" /><br />
<strong>Amendoim Forrageiro &#8211; Arachis</strong></p>
<p>São 195 espécies de mamíferos, sendo 18 endêmicas.      Devido a essa grande biodiversidade o Cerrado é considerado uma das      25 áreas do mundo prioritárias para a conservação.</p>
<p class="img"><strong><img src="http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/brasil/imagens/jaguatirica.jpg" alt="Leopardus pardalis - Jaguatirica" width="183" height="196" /><br />
Leopardus pardalis &#8211; Jaguatirica</strong></p>
<p>Devido a essa importância econômica e ambiental a Embrapa Gado      de Corte e a Embrapa Cerrados tornam disponíveis informações      sobre as espécies da flora e da fauna dessa grande região brasileira.      Dentro desse contexto contamos com a colaboração dos produtores      agropecuários considerando-os nossos grandes aliados na conservação      ambiental dos Biomas brasileiros.</p>
<p><span class="fonte">Fonte: </span>www.cnpgc.embrapa.br</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faunabrasileira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faunabrasileira.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faunabrasileira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faunabrasileira.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faunabrasileira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faunabrasileira.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faunabrasileira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faunabrasileira.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faunabrasileira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faunabrasileira.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faunabrasileira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faunabrasileira.wordpress.com/47/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faunabrasileira.wordpress.com/47/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faunabrasileira.wordpress.com/47/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=47&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">faunabrasileira</media:title>
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			<media:title type="html">Tayassu tajacu - Caitetu</media:title>
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			<media:title type="html">Falsa-ciganinha - Riedeliella</media:title>
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			<media:title type="html">Lonchophylla dekeyseri - Morceguinho do Cerrado</media:title>
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			<media:title type="html">Estilosantes - Stylosanthes</media:title>
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			<media:title type="html">Agouti paca - Paca</media:title>
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			<media:title type="html">Buriti - Mauritia</media:title>
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			<media:title type="html">Caiman latirostris - Jacaré do papo amarelo </media:title>
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			<media:title type="html">Amendoim Forrageiro - Arachis</media:title>
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			<media:title type="html">Leopardus pardalis - Jaguatirica</media:title>
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		<title>Animais em extinção</title>
		<link>http://faunabrasileira.wordpress.com/2008/06/26/41/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 20:11:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>faunabrasileira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecossistemas Brasileiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Por: Anglo e Mato Grosso Online Desmatamento e extinção de espécies Desmatar leva à destruição dos ecossistemas e à extinção das espécies que neles vivem. A Ciência identificou até hoje cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas. Desconfia-se que devam existir mais de 30 milhões, ainda por identificar, a maior parte delas em regiões como [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=41&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por: Anglo e Mato Grosso Online</strong></p>
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<h3>Desmatamento e extinção de espécies</h3>
<p>Desmatar leva à destruição dos ecossistemas e à extinção das espécies que neles vivem. A Ciência identificou até hoje cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas. Desconfia-se que devam existir mais de 30 milhões, ainda por identificar, a maior parte delas em regiões como as florestas tropicais úmidas. Calcula-se que desaparecem 100 espécies, a cada dia, por causa do desmatamento!</p>
<p><span>O crescimento das populações humanas aumenta terrivelmente a gravidade dos problemas que a Terra já enfrenta. Eis alguns deles:</span></p>
<p align="center"><img src="http://www.mundovestibular.com.br/materias/imagens/brasil.gif" border="0" alt="" hspace="0" width="330" height="367" align="bottom" /></p>
<p>1- Cervo-do-pantanal: Animal dócil e grandalhão, torna-se um alvo fácil para os caçadores em busca de sua galhada, usada como decoração.</p>
<p>2- Onça-pintada:Encontrada no Pantanal, desaparece da região devido à caça indiscriminada. Sua pele tem cotação em dólares no mercado internacional.</p>
<p>3- Mono-carvoeiro: O maior macaco do Brasil. É originário da Mata Atlântica. Atualmente restam apenas cerca de cem destes animais no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>4- Pica-pau-de-cara-amarela: Os poucos sobreviventes vivem nas matas gaúchas. Com o desmatamento, perde sua principal fonte de alimentação, as sementes das árvores.</p>
<p>5-  Ararinha-azul: Cobiçada no mercado internacional por sua plumagem. Há apenas cerca de cinqüenta desses animais, vivendo no Piauí e na Bahia.</p>
<p>6- Mutum-do-nordeste: Os últimos exemplares desta ave vivem hoje no litoral de Alagoas. Alguns biólogos estão tentando reproduzir essa ave em cativeiro, para garantir a sobrevivência da espécie.</p>
<p>7- Mico-leão-dourado: Com a redução da Mata Atlântica, perdeu seu hábitat natural. Restam algumas centenas na reserva de Poço das Antas, no estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>8- Tartaruga-de-couro: Cada vez mais rara no litoral brasileiro. Sua carne saborosa e seus ovos são disputados pelos pescadores do país.</p>
<p>- Mais bocas para nutrir, implicando maior produção de alimento e, portanto, necessidade crescente de terras agriculturáveis, às custas de mais desmatamento. Hoje, o planeta perde um hectare de solo aproveitável para a agricultura a cada 8 segundos. Buscar um aumento na eficiência da produção de alimentos, através de maior mecanização da agricultura, levaria à degradação maior do solo. Além disso, a utilização intensiva de adubos e pesticidas aumentaria a poluição do solo e dos lençóis de água.</p>
<p>- Maior pressão de consumo, gerando, portanto, maior demanda de recursos naturais não-renováveis, como os metais e o petróleo.</p>
<div style="float:right;padding:10px;"></div>
<p>Além do esgotamento precoce desses recursos, mais resíduos serão produzidos, intensificando a poluição: o homem poderá afogar-se no seu próprio lixo!</p>
<p>- Maior necessidade de energia. Por enquanto, gerar energia leva a um aumento da poluição (queima de combustíveis como petróleo ou carvão), ou à destruição de ecossistemas (construção de hidrelétricas), ou ainda a riscos de contaminação por radiação (usinas atômicas). Métodos menos poluentes, como o uso do álcool, ou formas “limpas” de gerar energia, como energia solar, poderão talvez resolver o problema.</p>
<p align="center">
<p>__________________________</p>
<p><strong>Brasil tem 130 espécies animais ameaçadas de extinção<br />
</strong><br />
O Brasil tem hoje, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), um total de 130 espécies e subespécies ameaçadas de extinção. Destas, 96 são insetos, como abelhas, besouros, formigas, borboletas, libélulas, mariposas, e as 34 restantes são outros invertebrados terrestres, como aranhas, opiliões, pseudoescorpiões, gongolos, caracóis, minhocas, entre outros.</p>
<p>Esses animais se encontram distribuídos por diversos Estados, como São Paulo, Brasília, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Goiás, Pernambuco, Mato Grosso, Pará e Paraíba, Mato Grosso do Sul e Amazonas, Acre, Rondônia, Ceará e Alagoas.</p>
<p>A situação mais grave dentre todos os animais citados é a de quatro espécies que já entraram na lista do Ibama como extintas: a formiga Simopelta minima , que vivia na Bahia, a libélula Acanthagrion taxaense , do Rio de Janeiro, e as minhocas Fimoscolex sporadochaetus (conhecida como minhoca branca) e Rhinodrilus fafner (minhocuçu ou minhoca gigante), que viviam em Minas Gerais.</p>
<p>A mais recente lista de animais ameaçados divulgada pelo Ibama (2003 e 2004) reúne ao todo 632 espécies/ subespécies dentre animais terrestres e aquáticos. Em 2006, o IBGE já havia lançado o mapa das aves ameaçadas; em 2007, divulgou o mapa de mamíferos, anfíbios e répteis; e ainda neste ano de 2008 deve publicar o último mapa da série, com informações sobre peixes e invertebrados aquáticos.</p>
<p>Segundo dados do Ibama, o conjunto de espécies de fauna e flora brasileiras vem sendo destruído gradativamente o que, ainda segundo o órgão, afeta, inclusive, na economia do País. Os principais motivos para essa destruição seriam a caça predatória, a poluição e a perseguição a espécies raras, de alto valor comercial.</p>
<p>Os estudos sobre a fauna sob risco de extinção vêm sendo realizados pelo IBGE desde o fim dos anos 1980, fundamentalmente com base nas listas do Ibama e complementados por informações levantadas em diferentes instituições de pesquisas e na literatura especializada.</p>
<p>Esses estudos produzem informações que são armazenadas no banco de dados dos cadastros de fauna.</p></div>
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		<title>ARARAS</title>
		<link>http://faunabrasileira.wordpress.com/2008/06/26/araras/</link>
		<comments>http://faunabrasileira.wordpress.com/2008/06/26/araras/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 19:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>faunabrasileira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna e Flora Brasileira]]></category>

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		<description><![CDATA[ARARAS (Macaws) Ordem: Psitaciforme (Psittaciforme) Família: Psitacídeo (Psittacidae) ARARAÚNA ou ARARA-AZUL ou ARARA-AZUL-GRANDE Espécie ameaçada de extinção! As palavras &#8220;-úna&#8221;, &#8220;una&#8221; e &#8220;un&#8221; em tupi-guarani significam escuro, negro, preto&#8230; Elas são de fácil visualização, bastante ruidosas e impressionam por sua coloração azul-cobalto. Como sua plumagem é totalmente azul, um azul profundo, parecendo negra quando distantes, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=40&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a name="topo"></a>ARARAS (Macaws)</h2>
<p align="center">Ordem: <strong><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_psitaciformes.htm">Psitaciforme</a></strong> (Psittaciforme)<br />
Família: Psitacídeo (Psittacidae)</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/selos2/paraguai-araras.jpg" alt="" width="269" height="360" /></td>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/selos2/costarica-ara-ambigua.jpg" alt="" width="266" height="351" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<p align="center"><a id="una" name="una"></a><strong>ARARAÚNA</strong> ou <strong>ARARA-AZUL</strong> ou <strong>ARARA-AZUL-GRANDE</strong></p>
<p align="center">Espécie ameaçada de extinção!</p>
<p>As palavras &#8220;-úna&#8221;, &#8220;una&#8221; e &#8220;un&#8221; em <a href="http://www.girafamania.com.br/girafas/lingua_guarani.html">tupi-guarani</a> significam escuro, negro, preto&#8230;</p>
<p>Elas são de fácil visualização, bastante ruidosas e impressionam por sua coloração    azul-cobalto. Como sua plumagem é totalmente azul, um azul profundo, parecendo    negra quando distantes, daí o seu nome popular araraúna, significando arara-preta.</p>
<p>Conhecida também como arara-preta (Mato Grosso), arara-una e arara-hiacinta.</p>
<p>Nome em inglês: Hyacinthine Macaw / Ara hyacinthe<br />
Nome em alemão: Hyazinthara<br />
Nome científico: <em>Anodorhynchus hyacinthinus </em>(Latham, 1720)</p>
<p>Nota: Esta espécie de arara-azul, talvez pelo seu nome popular araraúna, eu    já encontrei na internet com o seu nome científico errado: Ara ararauna, cuja    identificação é da espécie arara-canindé&#8230;</p>
<p>Placa no <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/zoo_recife.html#Cuiaba">Zoológico da Universidade    Federal de Mato Grosso</a>. Capa da revista Photo &amp; Camera Magazine (Ano    1, Edição N° 3). Foto com duas araras da espécie.</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_ararazul1.jpg" alt="" width="210" height="280" /></td>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_ararazul.jpg" alt="" width="222" height="200" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ameaçada de extinção, a arara-azul-grande é o maior psitacídeo do mundo, com    98 centímetros de comprimento, penas centrais da cauda com 55 cm, 1,5 kg de peso.</p>
<p>Bico muito grande, negro, com aparência de ser maior que o próprio crânio,    sem dentes na maxila, porém com pronunciado entalhe na mandíbula.</p>
<p>Anel perioftálmico, pálpebras e uma faixa na base da mandíbula amarelos. A    língua é negra com uma tarja amarela longitudinal.</p>
<p>Os machos e as fêmeas quase não apresentam dimorfismo sexual. Os machos normalmente    são mais robustos, principalmente no bico, com a cabeça mais quadrada. A cauda    também é maior.</p>
<p>A espécie é <strong>monógama</strong>, permanecendo unidos por toda a vida.    Os ovos são redondos com a incubação ao redor de 30 dias. Os filhotes abandonam    o ninho com 15 semanas de idade.</p>
<p>Vivem em buritizais, isto é onde ocorre o <strong>buriti</strong> (<em>Maruritia    sp.</em>), em formações vegetais nas margens dos rios, matas ciliares e cerrados    adjacentes. Fazem ninhos em árvores e nos buritis.</p>
<p>Ocorre em Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Bahia, sul do Piauí e Maranhão,    também no Pará e Tocantins. As populações da Bahia e de Minas Gerais nidificam    nas escarpas de barrancos.</p>
<p>A espécie é carismática e bastante popular entre os habitantes do Pantanal.    Devido à sua captura ilegal para atender à demanda do comércio nacional e internacional,    à descaracterização do seu hábitat e à coleta de penas para adornos indígenas    e carnavalescos, a arara-azul tornou-se uma espécie ameaçada de extinção.</p>
<p>A sua situação na natureza só começou a mudar em 1990, quando foram iniciados    os primeiros estudos da espécie no Pantanal Sul Mato-grossense.</p>
<p>Hoje (2001), elas têm uma possibilidade concreta de conservação graças aos    trabalhos científicos e de conscientização realizados pela equipe de pesquisadores    e educadores do Projeto Arara-Azul.</p>
<p>Outros selos brasileiros que mostram a arara-una: <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/zoo_salvador.html#UPAEP">UPAEP</a>,    bloco da <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/wwf.html#Brasil">WWF-Brasil</a>.</p>
<p>Abaixo, selo postal emitido pelas Nações Unidas de Genebra (<a href="http://www.girafamania.com.br/europeu/suica.html">Suíça</a>),    em 22/04/1999, numa série de 4 selos sobre espécies ameaçadas de extinção.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/passaro/nazoes-unidas-geneva1999.jpg" alt="" width="454" height="334" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="46%">
<div><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_arara.html#topo"><img src="http://www.girafamania.com.br/animados/bolinha.sorriso.gif" border="0" alt="volta ao topo" width="32" height="34" /></a></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<p align="center"><a name="caninde"></a><strong>ARARA-CANINDÉ</strong> ou <strong>ARARA-AZUL-E-AMARELA</strong></p>
<p>Nome em inglês: Blue and Yellow Macaw<br />
Nome em alemão: Gelbbrustara<br />
Nome científico: <em>Ara ararauna</em></p>
<p>A arara-canindé tem plumagem de coloração predominante azul, com o peito e    todo o ventre amarelo (duas cores). Sua cara branca possui vários riscos pretos    em volta dos olhos (duas cores), que são fileiras de penas faciais. Possuem    bico e garganta negra, com o alto da cabeça verde.</p>
<p>Conhecida pelos nomes de arara-de-barriga-amarela, arara-amarela, arara-azul-e-amarela,    também por araraí e arari que em <a href="http://www.girafamania.com.br/girafas/lingua_guarani.html">tupi-guarani</a> significa arara pequena, numa alusão ao seu tamanho, inferior às outras araras&#8230;</p>
<p>Veja, no final desta página, um &#8220;estudo&#8221; sobre a origem da palavra    <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_arara.html#estudo">CANINDÉ</a>!</p>
<p>É uma arara de corpo compacto, com cerca de 80 centímetros, de asas grandes,    cauda longa, bico forte muito curvo e terminado em uma aguçada ponta, tem pernas    curtas, fortes e dedos com unhas dispostos: dois para frente e dois para trás.</p>
<p>Habita áreas de várzeas com babaçuais, buritisais e beiradas de matas. Essa    arara freqüenta os barreiros, locais onde a terra tem sal de sódio ou magnésio,    e ela come a lama para conseguir sais minerais.</p>
<p>Caçada por causa da beleza de suas cores e da facilidade com que aceita o cativeiro,    vivendo até 50 anos, ela já desapareceu de várias regiões. Originalmente vivia    da América Central ao Brasil, até o Estado de São Paulo, e antigamente também    em Santa Catarina, Paraguai e Bolívia.</p>
<p>É uma espécie que vive em grandes grupos, se abriga em árvores e se utiliza    muito do bico para trepar nos ramos; é grande voadora. As canindés preferem    semente à fruta, e entre elas há araras canhotas, que só usam a pata esquerda    para comer.</p>
<p>A arara-canindé escolhe uma parceria para a vida inteira e o casal passa a    trocar muito carinho, um alisando as penas do outro e, quando a canindé é jovem,    se alguém faz carinho na sua cabeça, a pele do &#8220;rosto&#8221; da ave fica    vermelha, da mesma forma que uma pessoa fica envergonhada.</p>
<p>Na natureza, essa arara só dá cria a cada dois anos e raramente os pais conseguem    alimentos para todos os filhotes, o normal é só um sobreviver. Em cativeiro,    se os ovos da arara são retirados e chocados artificialmente, ela faz uma segunda    postura e assim está sendo possível reproduzir um bom número dessas araras.</p>
<p>Outros selos que mostram a arara-canindé: <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_brasilmanaus.html#SIVAM">SIVAM</a>,    <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/zoos_alemanhestado_saxonianhalt.html#Magdeburg">Zoo de    Magdeburg</a>, <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/zoos_americas.html#Granada">Zoo de Granada</a>&#8230;</p>
<p>Abaixo (lado esquerdo), o nome da arara escrito no <a href="http://www.girafamania.com.br/girafas/lingua_russa.html">alfabeto    cirílico</a>, no selo emitido em 1984 pela <a href="http://www.girafamania.com.br/europeu/russia.html">Federação    Russa</a>, comemorando os 120 anos do <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/zoos_russia.html#1984">Zoológico    de Moscou</a>. Do lado direito, fotografia da espécie e, embaixo, placa no <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/zoo_recife.html#Cuiaba">Zoológico    da Universidade Federal de Mato Grosso</a>.</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/russia1984moscou-arara.jpg" alt="" width="243" height="357" /></td>
<td>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_arara-blue-macaw.jpeg" alt="" width="230" height="340" /></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="46%">
<div><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_arara.html#topo"><img src="http://www.girafamania.com.br/animados/bolinha.sorriso.gif" border="0" alt="volta ao topo" width="32" height="34" /></a></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<p align="center"><strong><a name="canga"></a><a name="vermelha"></a><a name="piranga"></a>Atenção</strong>:    existem duas espécies de araras que possuem coloração predominante vermelha!</p>
<p>Abaixo, foto by <a href="http://www.girafamania.com.br/montagem/fotografia.html#Fabio">Fabio Colombini</a> que mostra a <strong>arara-piranga</strong> (com penas verdes nas asas e face    com fileiras de penas vermelhas).</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/formularios/fabio-colombini.jpg" alt="" width="450" height="303" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center">Detalhes que mostram a <strong>arara-canga</strong> (com penas    amarelas nas asas e face branca).</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/fotografias/foto-arara1.jpg" alt="" width="351" height="298" /></td>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/fotografias/foto-arara.jpg" alt="" width="342" height="303" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"><strong>ARARA-PIRANGA</strong> ou <strong>ARARA-VERMELHA-GRANDE</strong><br />
(espécie maior, com penas verdes nas asas e face com tradicional fileira de penas vermelhas)</p>
<p>Nome em inglês: Gian Red Macaw / Red and Green Macaw<br />
Nome em espanhol: Guacamayo<br />
Nome científico: <em>Ara chloroptera</em> ou <em>Ara chloropterus</em><br />
Nomes populares: arara-verde-e-vermelha, arara-verde, arara-vermelha</p>
<p>As palavras: &#8220;-piranga&#8221;, &#8220;-pitanga&#8221;, &#8220;puranga&#8221;,    &#8220;putanga&#8221;, significam vermelho em <a href="http://www.girafamania.com.br/girafas/lingua_guarani.html">tupi-guarani</a>.</p>
<p><strong>Nome científico</strong>: Em verdade, o taxonomista e autor G. R. Gray,    classificou a arara-vermelha como <strong>Ara chloropterus</strong>, isso em    <strong>1859</strong>&#8230; Entretanto, de acordo com as práticas atuais (parece    que desde 18/04/2002), o nome dessa espécie tem sido utilizado cientificamente    como <strong>Ara chloroptera</strong>&#8230; Embora muitas biografias dizem que    ambos nomes científicos são sinônimos&#8230; O que eu acho muito razoável&#8230;</p>
<p>Segundo o site ITIS – Integrated Taxonomic Information System (http://www.itis.gov/),    o nome Ara chloroptera é <strong>inválido</strong> e o nome Ara chloropterus    é <strong>válido</strong>&#8230;</p>
<p>Também segundo o IBAMA, o nome correto é Ara chloropterus, embora em seu próprio    site duas páginas sobre tráfico de animais mostram o outro nome:<br />
http://www.ibama.gov.br/fauna/trafico/regiao_norte.htm (9: Ara chloroptera)<br />
http://www.ibama.gov.br/fauna/trafico/regiao_sul.htm (11: Ara chloroptera)</p>
<p>Indivíduos medindo cerca de 90 centímetros com peso de até 1,5 kg. Exalam cheiro    típico e forte.</p>
<p>Habita a copa de florestas altas, florestas de galerias e campos com árvores    isoladas. Ocorre na Amazônia brasileira e no leste do Brasil (originalmente    encontrada no Espírito Santo, Rio de Janeiro e interior do Paraná). Parece que    atualmente é freqüente apenas na Amazônia&#8230;</p>
<p>Também pode ser encontrada na América Central (talvez, Panamá), até o Paraguai    e no norte da Argentina, na América do Sul.</p>
<p>São cuidadosas com seus ninhos, cavando-os em diferentes profundidades nos    troncos ocos, geralmente de palmeiras. Mas elas também se aproveitam de buracos    em paredões rochosos para botar os ovos, os quais são chocados apenas pela fêmea,    que fica no ninho.</p>
<p>O início da postura ocorre em agosto indo até os meses de janeiro e fevereiro,    com um número de 3 a 5 ovos. Período de incubação de 30 dias, com abandono do    ninho por volta da décima quinta semana.</p>
<p>Quem cuida de garantir a alimentação tanto da fêmea como dos filhotes é o macho,    que nessa espécie é fiel, mantendo a mesma companheira a vida inteira. Alimenta-se    de frutos, sementes e grãos.</p>
<p align="center"><strong>ARARACANGA</strong> ou <strong>ARARA-VERMELHA<br />
</strong>(espécie menor, com penas amarelas nas asas, face inteiramente branca    e nua)</p>
<p>Nome em inglês: Scarlet Macaw<br />
Nome em alemão: Heleroter Ara<br />
Nome em espanhol: Lapa roja ou guacamayo rojo<br />
Nome científico: <em>Ara macao</em><br />
Nomes populares: arara-vermelha-e-amarela, arara-vermelha</p>
<p>As palavras: &#8220;acá&#8221;, &#8220;acag&#8221;, &#8220;acan&#8221;, &#8220;acanga&#8221;,    &#8220;kanga&#8221;, significam cabeça em <a href="http://www.girafamania.com.br/girafas/lingua_guarani.html">tupi-guarani</a>&#8230;    kanga de esqueleto, osso enquanto está no corpo&#8230; penso ser uma alusão à sua    face inteiramente branca e nua&#8230;</p>
<p>Indivíduos medindo cerca de 85 centímetros&#8230; pouco menor do que a outra arara-vermelha&#8230;</p>
<p>Habita a copa de florestas úmidas, florestas de galerias, margens de rios e    clareiras com árvores altas. Ocorre na Amazônia brasileira e também no México    e Bolívia. Originalmente do México à Amazônia até o norte de Mato Grosso, sudeste    do Pará e Maranhão&#8230;</p>
<p>Alimenta-se de frutos grandes, sementes e grãos. Geralmente nidificam em palmeiras.    Vivem em bandos que podem, ocasionalmente, misturar-se ao bando de outras araras.</p>
<p>Esta arara consta como ornamento no <strong>primeiro mapa do Brasil</strong>,    datado de 1502. Existem indícios de que os descobridores europeus já haviam    encontrado a <em>Ara macao</em> na última década do século XV, em 1498, na desembocadura    do Rio Orinoco&#8230;</p>
<p align="center"><strong>Flagrante!</strong></p>
<p>Repare nos nomes científicos das duas imagens abaixo, ambas trazem <em>Ara    chloroptera</em>&#8230; Do lado esquerdo da tela, imagem copiada do site oficial    do <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/zoo_goeldi.htm">Parque Zoobotânico do Museu Paraense    Emilio Goeldi</a> (PA) e, do lado direito, fotografia que eu mesmo tirei da    placa que se encontra em frente à espécie no <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/zoo_recife.html#Cuiaba">Zoológico    da Universidade Federal de Mato Grosso</a> (MT)&#8230;</p>
<p align="center">Quem está certo com o nome popular dessa espécie?</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/passaro/museu-emilio1.jpg" alt="" width="448" height="222" /></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Agora, em relação aos nomes populares, repare novamente na imagem do Zôo de    Mato Grosso (acima, lado direito) e na imagem do Zôo do Pará (abaixo)&#8230; Ambas    trazem o nome popular &#8220;arara piranga&#8221;, entretanto com nomes científicos    diferentes&#8230;? O que é um erro!</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/passaro/museu-emilio2.jpg" alt="" width="448" height="224" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center">Afinal, qual é a maior diferença entre as duas espécies de araras-vermelhas?</p>
<p>A espécie arara-vermelha-grande (<em>Ara chloroptera</em>), chamada de <strong>arara-piranga</strong>,    tem tamanho maior, penas verdes nas asas e face com fileira vermelha. Já a espécie    arara-vermelha (<em>Ara macao</em>), chamada de <strong>arara-canga</strong>,    possui tamanho menor, penas de coloração amarela nas asas e face branca.</p>
<p>Veja a diferença das duas espécies de araras-vermelhas em selos do <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/zoos_americas.html#Bolivia">Zoo    da Bolívia</a>!</p>
<p>Outros selos que mostram a arara-piranga: <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_brasil_bonito.htm#MERCOSUR">MERCOSUR</a>,    <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/zoos_cuba.html#1994">Zoo de Cuba</a>&#8230; Outros selos    que mostram a arara-canga: <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/entrada.americana.html#UPAEP">Edifício-sede    da UPAEP</a>, <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_teiu.html#GERCO">GERCO</a>, <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_brasilmanaus.html#SIVAM">SIVAM</a>,    <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/zoos_americas.html#Granada">Zoo de Granada</a>&#8230;</p>
<p><a id="1973" name="1973"></a>Do lado esquerdo, de tamanho ampliado, selo emitido    em 28/12/1973 que compreende uma série de 4 valores sobre &#8220;<a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_fauna_brasil.html">Fauna    e Flora Brasileira</a>&#8220;, o selo mostra a araracanga, cujo nome científico    correto é (<em>Ara macao</em>) e não com a letra &#8220;u&#8221;, como está grafado    no selo&#8230; Ao lado, um máximo-postal que mostra várias espécies de araras; presente    do amigo <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/amigos_colecionadores_baylongue.html">J.A</a>.</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/brasil1973.jpg" alt="" width="203" height="362" /></td>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/brasil1973cp.jpg" alt="" width="386" height="369" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="46%">
<div><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_arara.html#topo"><img src="http://www.girafamania.com.br/animados/bolinha.sorriso.gif" border="0" alt="volta ao topo" width="32" height="34" /></a></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<p align="center"><a name="estudo"></a>CANINDÉ</p>
<p>Um estudo sobre a etimologia ou origem da palavra &#8220;<strong>canindé</strong>&#8220;,    além do <a href="http://www.girafamania.com.br/girafas/lingua_guarani.html">tupi-guarani</a>, tornou-se    quase um desafio para mim&#8230; Etimologicamente, em sites &#8220;entendidos&#8221;,    aparecem três versões: &#8220;teu seio&#8221;, &#8220;tua cama&#8221; ou &#8220;teu    mato&#8221;, entretanto não penso assim&#8230;</p>
<p>A palavra &#8220;kamby&#8221; é seio; a palavra cama eu não sei como se grafa;    &#8220;caá, ka’a, kaá&#8221; significam mato, como caatinga é &#8220;mato branco&#8221;    e ainda temos &#8220;endé&#8221; sendo a terceira pessoal do singular: tu, você.    Dizer que &#8220;canindé&#8221; signifique &#8220;teu mato&#8221; eu achei um horror&#8230;    O que isso tem a ver com a arara em questão?</p>
<p>Além do nome popular <strong>arara-canindé</strong>, a palavra &#8220;canindé&#8221;    pode se referir a:</p>
<p><strong>Canindé</strong> – município (http://www.caninde.ce.gov.br/)<br />
Cidade localizada na microrregião de Canindé, no sul do estado do Ceará, a 110    quilômetros da capital Fortaleza, elevada à categoria de Município em 1846.    Gentílico: canindeense. Em sua região de Cerrado (Japuê, Canindé, Inderê) há    como tipo de solo o podzóiico: vermelho-amarelo (duas cores). A toponímia explica    que canindé foi a denominação da tribo tapuia que habitava a região (índios    Canindés e Jenipapos). No século XVIII, iniciou-se a construção da Capela de    São Francisco das Chagas (1775), suspensa no ano de 1792 por causa da grande    seca que então solapou o Ceará, concluída só em 1796. Por Alvará do rei Dom    João VI, em 1817, a Capela de São Francisco passou à categoria de Matriz. Em    1925, o Papa Pio XI elevou o Santuário à categoria de Basílica Menor.</p>
<p><strong>Canindés</strong> – Tribo canindé que significa povo pacífico    também habitava o vale e a nascente do rio Canindé, o qual corta o sul do Piauí    e deságua à direita do Parnaíba&#8230;</p>
<p><strong>Canindé</strong> – Rio do estado do Ceará que banha também o    estado do Piauí.</p>
<p><strong>Conceição do Canindé</strong> – município (http://www.piaui.pi.gov.br/    e http://www.portalmunicipal.org.br/)<br />
Cidade localizada na microrregião do Alto Médio Canindé, no sudeste do estado    do Piauí, a 337 quilômetros da capital Teresina. A caprinocultura, por sua capacidade    de adaptação a condições climáticas inóspitas, tem sido incentivada pelo Governo,    proporcionando meio de vida a significantes parcelas da população carente, principalmente    nas regiões de Campo Maior, Alto Piauí e Canindé. A Cidade se desenvolveu em    torno da capela da Virgem da Conceição, na margem esquerda do rio Canindé, na    altura do seu afluente, riacho Seco. Em 1870, diante do grande movimento de    pessoas que afluíam para adorar a Santa, iniciou-se aconstrução da igreja. Cinco    anos depois, com o novo templo já abençoado, ampliava-se o povoamento da localidade,    conhecida por Conceição. Mais tarde, com a exploração da borracha de maniçoba,    muito abundante na região, a povoação tomou notável impulso. Em 1954, o próspero    povoado foi desmembrado de Paulistana, com o nome de Conceição do Canindé. Seis    anos depois, o transbordamento do rio Canindé, destruiu a cidade; restaram apenas    21 casas&#8230;</p>
<p><strong>Canindé de São Francisco</strong> – município (http://www.caninde.se.gov.br/)<br />
Cidade localizada no alto sertão do estado de Sergipe, marcada pelo cangaço,    a 213 quilômetros da capital Aracaju. Na depressão do São Francisco, por exemplo,    predominam solos arenosos, profundos e pouco férteis, cobertos pela vegetação    da caatinga. Na década de 30 existiam dois povoados, Canindé de Cima e Canindé    de Baixo, localizados entre morros. Com a construção da hidroelétrica de Xingó,    os habitantes dessas povoações foram transferidos para uma &#8220;nova Canindé&#8221;,    uma cidade planejada. Canindé do São Francisco tornou-se a cidade mais visitada    do Sergipe após a construção da Usina Hidrelétrica de Xingó, responsável pela    produção de 25% da energia consumida no estado.</p>
<p><strong>Canindé</strong> – Bairro da Zona Norte da cidade de São Paulo,    com presença da cultura popular boliviana, onde são realizadas feiras livres    todos os domingos na Praça Kantuta &#8211; nome de uma flor do altiplano.</p>
<p><strong>Estádio do Canindé</strong> – (referência ao bairro), o Estádio    Dr. Oswaldo Teixeira Duarte é um estádio de futebol localizado às margens do    Rio Tietê, na cidade de São Paulo e que pertence ao clube poliesportivo da Associação    Portuguesa de Desportos, simplesmente Portuguesa ou Lusa, como também é conhecida    por seus torcedores, é um tradicional time de futebol do Estado de São Paulo.    Fundada em 1920, na união entre cinco clubes brasileiros de origem portuguesa,    o time é rubro-verde (duas cores).</p>
<p>&#8220;<strong>Estrada do Canindé</strong>&#8221; – Letra de música, composição    de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira. Estrofe: &#8220;No sertão de Canindé&#8221;.</p>
<p><strong>Caprino da raça canindé</strong> ou <strong>cabra-canindé</strong> (http://www.portal.sebrae.com.br/)</p>
<p>O primeiro registro de que se tem notícia da presença de caprinos no Nordeste    data de 1535, portanto, no início do período colonial do Brasil. Oriundas dos    Pireneus, as cabras se fixaram em duas outras regiões da Europa, através das    seguintes rotas: uma seguiu na direção dos Alpes e outra na direção da Península    Ibérica (Espanha e Portugal), e posteriormente vieram para cá, trazidas pelos    colonizadores portugueses.</p>
<p>Como os caprinos entraram no país pelo Nordeste, é provável que esse fato tenha    dado à região o título de maior produtora desse tipo de pecuária, encontrada    atualmente nos Estados (por ordem de número de cabeças): Bahia, Piauí, Pernambuco,    Ceará, Paraíba, Maranhão, Rio Grande do Norte, Alagoas e Sergipe.</p>
<p>Também chamados de crioulos os caprinos naturalizados (a etimologia do nome    crioulo vem de &#8220;criar&#8221;, &#8220;que foi criado&#8221;), descendentes    das populações de animais que chegaram ao Brasil na época da colonização, desenvolveram    características peculiares por isolamento geográfico e seleção natural&#8230;</p>
<p>Assim, o Nordeste passou a apresentar um número expressivo de animais com padrão    racial diferenciado, cujos tipos o povo sertanejo bem definiu, a exemplo das    raças <strong>moxotó</strong> (animal branco com lista preta no dorso e membros    igualmente pretos), <strong>parda-sertaneja</strong> (pelagem parda), graúna    (pelagem preta), <strong>azul</strong> (pelagem cinza-azulada), <strong>canindé</strong> (pelagem escura com a barriga e região em torno dos olhos claras), <strong>marota</strong> (pelagem branca), <strong>repartida</strong> etc.</p>
<p>A mais rústica das cabras, a canindé, teria sido a fonte de leite dos negros    fugidos durante a escravidão&#8230; Esse caprino, raça nativa do Nordeste brasileiro,    tem sua pelagem preta, mas com o ventre todo branco ou de cor castanho claro    (duas cores). Os caprinos da raça canindé assemelham-se aos da raça moxotó e    repartida, em tamanho, forma e função, embora seja a que tem maior aptidão leiteira    das três.</p>
<p>Desde o início, os escravos africanos vestiam apenas um pedaço de pano na parte    baixa do corpo, de algodão rústico, chamado de &#8220;<strong>calindé</strong>&#8221;    que significa &#8220;tanga branca utilizada pelos escravos negros&#8221;. Com    isso, podemos concluir que o escravo vestia sua &#8220;calindé&#8221; da mesma    maneira que a cabra-canindé (duas cores).</p>
<p>A cabra preta de &#8220;tanga&#8221; clara era destinada aos escravos, pois ela    era &#8220;vestida&#8221; como um deles, com o &#8220;calindé&#8221; dos negros&#8230;    Ou seja, uma referência à similaridade entre os escravos e as cabras (de duas    cores): ambos negros com a parte inferior do corpo coberto de branco.</p>
<p>Depois da Grande Seca (1877), ocasião em que os rebanhos bovinos foram quase    que totalmente exterminados, as cabras dessa pelagem, foram encontradas em maior    número no vale do rio Canindé, no Piauí, pouco se tendo notícia das mesmas em    sua terra de origem, na Bahia. Parece que o nome consolidou-se como canindé,    a partir de então&#8230;</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td>
<div>Última atualização: 26/02/2008.</div>
</td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<table style="height:1px;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="2" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="46%"></td>
<td width="7%"></td>
<td width="47%"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/faunabrasileira.wordpress.com/40/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/faunabrasileira.wordpress.com/40/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faunabrasileira.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faunabrasileira.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faunabrasileira.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faunabrasileira.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faunabrasileira.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faunabrasileira.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faunabrasileira.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faunabrasileira.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faunabrasileira.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faunabrasileira.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faunabrasileira.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faunabrasileira.wordpress.com/40/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faunabrasileira.wordpress.com/40/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faunabrasileira.wordpress.com/40/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=40&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">volta ao topo</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">volta ao topo</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>FAUNA BRASILEIRA</title>
		<link>http://faunabrasileira.wordpress.com/2008/06/26/fauna-brasileira/</link>
		<comments>http://faunabrasileira.wordpress.com/2008/06/26/fauna-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 19:47:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>faunabrasileira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecossistemas Brasileiros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://faunabrasileira.wordpress.com/?p=37</guid>
		<description><![CDATA[Nesta página, observe as indicações para os animais ameaçados de extinção: não ameaçados animais em atenção animais ameaçados perigo de extinção MAMÍFEROS Cerca de 460 espécies de mamíferos brasileiros conhecidas até hoje, cerca de 130 vivem na Mata Atlântica. Possivelmente, 50 delas existem somente alí, ou seja, são endêmicas da Mata Atlântica. O Brasil é [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=37&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a name="topo"></a></h2>
<p>Nesta página, observe as indicações para os animais ameaçados de extinção:</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/aponta-verde.gif" alt="" width="33" height="14" /></div>
</td>
<td>
<div><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/aponta-amarelo.gif" alt="" width="33" height="14" /></div>
</td>
<td>
<div><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/aponta-vermelho.gif" alt="" width="33" height="14" /></div>
</td>
<td>
<div><img src="http://www.girafamania.com.br/animados/aponta-flash.gif" alt="" width="33" height="14" /></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div>não ameaçados</div>
</td>
<td>
<div>animais em atenção</div>
</td>
<td>
<div>animais ameaçados</div>
</td>
<td>
<div>perigo de extinção</div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"><strong>MAMÍFEROS</strong></p>
<p>Cerca de <strong>460 espécies de mamíferos brasileiros</strong> conhecidas até hoje, cerca de 130 vivem na Mata Atlântica. Possivelmente, 50    delas existem somente alí, ou seja, são endêmicas da Mata Atlântica.</p>
<p>O Brasil é o terceiro país do mundo mais rico em mamíferos, perdendo apenas    para a <a href="http://www.girafamania.com.br/asiatico/indonesia.html">Indonésia</a> e o <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/mexico.html">México</a>.    Há cerca de <strong>58 espécies</strong> de mamíferos brasileiros ameaçadas    e 14 delas estão na Mata Atlântica.</p>
<p>Nesta página, os mamíferos estão divididos em <strong>10 ordens</strong>:</p>
<ol type="I">
<li><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_fauna_brasil.html#Artiodactyla">Artiodáctilos</a> (porcos-do-mato, queixada, veados)</li>
<li><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_fauna_brasil.html#Carnivora">Carnívoros</a> (cachorros-do-mato, lobo-guará)</li>
<li><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_fauna_brasil.html#Cetacea">Cetáceos</a> (baleias)</li>
<li>Quirópteros – Chiroptera (morcegos)</li>
<li><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_fauna_brasil.html#Didelphimorphia">Didelphimorphia</a> (cuícas e gambás)</li>
<li><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_anta.html">Perisodátilos</a> (anta)</li>
<li><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_fauna_brasil.html#Primatas">Primatas</a> (macacos e micos)</li>
<li><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_capivara.html">Roedores</a> (capivaras, cotia, ouriço,      ratos)</li>
<li><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_fauna_brasil.html#Sirenia">Sirenia</a> (peixes-boi)</li>
<li><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_fauna_brasil.html#Xenarthra">Xenarthra</a> (preguiça, tatus, tamanduás)</li>
</ol>
<p>Para saber mais sobre animais brasileiros ameaçados de extinção, visite o site:<br />
Ministério do Governo – http://www.mma.gov.br/port/sbf/fauna.html</p>
<p>Curiosidade: &#8220;<strong>faunos</strong>&#8221; são os elementais responsáveis    pelo reino animal, cuidando tanto dos animais domésticos, quanto dos selvagens.    Analogicamente, podem ser conceituados como os &#8220;anjos da guarda dos animais&#8221;&#8230;    No <strong><a href="http://www.girafamania.com.br/tudo/a_folclorica.html">folclore brasileiro</a></strong>,    os faunos também são conhecidos como &#8220;<strong>curupiras</strong>&#8220;&#8230;</p>
<hr /><strong><a name="Artiodactyla"></a>I)</strong> Ordem: <a href="http://www.girafamania.com.br/girafas/ordem_artiodactyla.html">Artiodáctilo</a> (Artiodactyla) – Família: Cervidae</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/aponta-amarelo.gif" alt="" width="33" height="14" /></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_veado.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/fauna2.jpg" border="0" alt="Veado-Bororó" width="70" height="98" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Família Taiaçuídeo (Tayassuidae): diz-se de, ou espécime de taiaçuídeos, família    de ortiodáctilos sem cauda, à qual pertencem os porcos-do-mato: caititu e queixada.    <a href="http://www.girafamania.com.br/formularios/elogios2007a.htm#Glenio">Nota</a>: com relação aos porcos-do-mato,    existem diferentes espécies que recebem o mesmo nome popular&#8230; se for falar    unicamente porco-do-mato usamos as duas espécies abaixo, entretanto se quiser    ser mais específico, então se deve separar&#8230;</p>
<p><strong>Porco-do-mato</strong> ou <strong>caititu</strong> (Gênero: <em></em><em>Pecari    tajacu</em>)<br />
Nome comum/popular: porco-do-mato, caitetu, caititu<br />
As palavras &#8220;caititu, caitétu, taîasu&#8221; em <a href="http://www.girafamania.com.br/girafas/lingua_guarani.html">tupi-guarani</a> significam &#8220;porco do mato&#8221;, &#8220;de dente aguçado&#8221;&#8230; Exemplo:    Taiaçutuba (nome de ilha do Amazonas) de taîasu (porco, do mato) + tyba (ajuntamento,    grande número).<br />
Distribuição: América do Sul, do Norte e Central. Ocorre em todo território    nacional.<br />
Hábitat: florestas tropicais. Alimentação: onívora, alimentam-se de frutas,    cocos e pasto.<br />
A pelagem do dorso é constituída de grandes e grossos pelos negros, que se eriçam    com facilidade; o resto do corpo possui pelagem cinza grisalho, com uma faixa    branca entre os ombros e o pescoço. Possui crina indo da testa até quase o final    do dorso. Canto da boca e bochechas brancas. Cabeça grande, pontuda; região    do focinho é esbranquiçada. Olhos pequenos. Orelhas pequenas e peludas. Os animais    que habitam as matas possuem pelagem mais escura do que os animais que habitam    áreas abertas como o Cerrado. Hábitos diurnos, terrestres, formando grandes    grupos de até 300 animais.<br />
Nota: o nome popular dessa espécie não deve ser &#8220;<strong>cateto</strong>&#8221;    como designado em alguns sites, prefira <strong>caititu</strong>; pois a palavra    cateto significa qualquer dos lados adjacentes ao ângulo reto de um triângulo    retângulo, segundo o Aurélio&#8230;</p>
<p><strong>Porco-do-mato</strong> ou <strong>queixada</strong> (Gênero: <em>Tayassu    pecari</em>)<br />
Nome comum/popular: porco-do-mato, queixada<br />
O nome popular dessa espécie de porco, &#8220;queixada&#8221; (do que corta),    origina da palavra queixo, pois ele &#8220;range&#8221; ou &#8220;bate&#8221; os    dentes de sua mandíbula&#8230; Possui glândula odorífera no meio das costas. Habita    do Texas à Argentina&#8230;</p>
<hr /><strong><a name="Carnivora"></a>II)</strong> Ordem: Carnívoros (Carnivora)    – Famílias: Canidae, Felidae, Mustelidae e Procyonidae</p>
<p>O grupo de <strong>mamíferos</strong> que se alimentam de carne são chamados    de <strong>carnívoros</strong>. No Brasil, nós temos <strong>26 espécies de    carnívoros terrestres</strong>, divididos em <strong>4 famílias</strong>.</p>
<p>Em uma delas, na <strong>família dos felídeos</strong>, estão os felinos cuja    maioria está na Lista Oficial de Espécies da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção&#8230;    Abaixo, as 4 famílias:</p>
<p>1) Canidae – Família dos Canídeos (<a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_lobo.html#lobinho">cachorro-do-mato</a>,    <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_lobo.html">lobo-guará</a>, raposas etc.)</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="48%">
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/animados/aponta-flash.gif" alt="" width="33" height="14" /></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_lobo.html#lobinho"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/fauna1.jpg" border="0" alt="Cachorro-do-mato" width="98" height="70" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td width="52%">
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/aponta-vermelho.gif" alt="" width="33" height="14" /></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_lobo.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/lobo-guara.jpg" border="0" alt="Lobo-guará" width="77" height="87" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>2) Felidae – <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_onca.html#Felinos">Família dos Felídeos</a> (<a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_onca.html#pintada">onça-pintada</a>, <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_onca.html#parda">onça-parda</a>,    <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_jaguatirica.html#gatos">gato-maracajá</a>, <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_jaguatirica.html#jaguatirica">jaguatirica</a> etc.)</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/animados/aponta-flash.gif" alt="" width="33" height="14" /></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_jaguatirica.html#jaguatirica"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/jaguatirica1.jpg" border="0" alt="Jaguatirica" width="87" height="111" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/animados/aponta-flash.gif" alt="" width="33" height="14" /></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_onca.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/fauna3.jpg" border="0" alt="Onça-pintada" width="98" height="70" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>3) Procyonidae – Família dos Procionídeos (<a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_coati.htm">quatí</a>,    guaxinim, jupará, <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_coati.htm#mao">mão-pelada</a> etc.)</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="48%">
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/aponta-verde.gif" alt="" width="33" height="14" /></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_coati.htm"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/fauna11.jpg" border="0" alt="Quat�" width="81" height="114" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td width="52%">
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/aponta-verde.gif" alt="" width="33" height="14" /></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_coati.htm#mao"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/fauna10.jpg" border="0" alt="Mão-pelada" width="70" height="98" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>4) Mustelidae – Família dos Mustelídeos: ariranha, furão (<em>Galictis vittata</em>),    lontra (<em>Lutra longicaudis</em>) etc.</p>
<p>Para saber mais sobre animais brasileiros carnívoros, visite o site:<br />
Pró-Carnívoros – http://www.procarnivoros.org.br/</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_ariranha.jpg" alt="Ariranha" width="137" height="145" /></td>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_lontra.jpg" alt="Lontra" width="135" height="132" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr /><strong><a name="Cetacea"></a>III)</strong> Ordem: Cetáceos (Cetacea) – Famílias:    Balaenidae, Balenopteridae, Physeteridae, Pontoporidae</p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/aponta-verde.gif" alt="" width="33" height="14" /></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_baleia.html">BALEIAS</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr /><strong><a name="Didelphimorphia"></a>V)</strong> Ordem: Didelphimorphia –    Família: Didelphidae (cuícas e gambás)</p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/aponta-verde.gif" alt="" width="33" height="14" /></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_gamba.html">GAMBÁ ou SARUÊ</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr /><a name="Primatas"></a><strong>VII)</strong> Ordem: Primatas (Primates) – Famílias:</p>
<ul>
<li>Callitrichidae (micos e saguis)</li>
<li>Atelidae, Cebidae, Pitheciidae (macacos)</li>
</ul>
<table style="height:2px;" border="0" width="10" align="center">
<tbody>
<tr>
<td rowspan="4"></td>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr /><strong><a name="Sirenia"></a>IX)</strong> Ordem: Sirenia – Famílias: Platanistidae,    Trichechidae</p>
<table border="0">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/aponta-vermelho.gif" alt="" width="33" height="14" /></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_peixeboi.html">PEIXE BOI</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr /><strong><a name="Xenarthra"></a>X)</strong> Ordem: Xenarthra – Famílias:</p>
<ul>
<li>Bradypodidae (<a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_preguica.html">preguiças</a>)</li>
<li>Dasypodidae (<a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_tatu.html">tatus</a>)</li>
<li>Myrmecophagidae (<a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_tamandua.html">tamanduás</a>)</li>
</ul>
<table border="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/aponta-vermelho.gif" alt="" width="33" height="14" /></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_preguica.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/fauna5.jpg" border="0" alt="Preguiça" width="98" height="70" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/aponta-amarelo.gif" alt="" width="33" height="14" /></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_tatu.html">TATUS</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
<td>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/animados/aponta-flash.gif" alt="" width="33" height="14" /></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_tamandua.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/fauna8.jpg" border="0" alt="Tamanduá-Bandeira" width="98" height="70" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="46%">
<div><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_fauna_brasil.html#topo"><img src="http://www.girafamania.com.br/animados/bolinha.sorriso.gif" border="0" alt="volta ao topo" width="32" height="34" /></a></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<p align="center"><strong><a name="coelho"></a></strong>Ordem: Lagomorpha – coelho,    lebre</p>
<p><strong>Coelho</strong> ou <strong>tapiti</strong> ou <strong>tapeti</strong><br />
Nome científico: <em>Silvilagus brasiliensis</em><br />
Ordem: Lagomorpha / Família: Leporídeo (Leporidae)<br />
As palavras &#8220;tapeti, tapici, tapiti, tepiti&#8221; em <a href="http://www.girafamania.com.br/girafas/lingua_guarani.html">tupi-guarani</a> significam &#8220;coelho silvestre&#8221;&#8230;<br />
Espécie muito semelhante ao coelho comum. Pelagem curta e macia de coloração    escura no dorso, mesclado de negro e castanho. Nuca e patas dianteiras avermelhadas.    Orelhas longas, inseridas no alto da cabeça. Cauda muito pequena e em formato    de pompom marrom na parte superior e pálida ma parte inferior. Partes inferiores    brancas. Noturnos terrestres e solitários. São vistos com mais facilidade ao    anoitecer em gramados próximos às casas, jardins e plantações. Quando assustados    procuram abrigo na vegetação densa, onde passam o dia. Ocorre nas regiões Cento-oeste,    Sudeste e leste da região Nordeste.</p>
<p>Nome comum/popular: <strong>lebre</strong><br />
Ordem: Lagomorpha / Família: Leporídeo (Leporidae)<br />
Nome científico/Gênero: <em>Lepus europaeus</em><br />
<a href="http://www.girafamania.com.br/formularios/elogios2007a.htm#Glenio">Nota</a>: A lebre foi introduzida    na América do Sul, não é nativa daqui. Ela é originária da Europa.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="46%">
<div><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_fauna_brasil.html#topo"><img src="http://www.girafamania.com.br/animados/bolinha.sorriso.gif" border="0" alt="volta ao topo" width="32" height="34" /></a></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<p align="center"><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_aves.htm"><strong>Outras Aves</strong></a> e    <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/zoo_parque_aves.htm"><strong>Parque das Aves</strong></a></p>
<p><a name="88"></a>A VIII BRAPEX aconteceu entre 13 a 19/10/1991, em Vitória    (ES). O <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/datas.html#blocos">bloco</a> (RHM: B-88) emitido    sobre a Preservação da Mata Atlântica mostra a flora e 3 beija-flores:</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil1991brapex.jpg" alt="" width="500" height="358" /></td>
</tr>
<tr>
<td>1 – White-vented Violet-ear, <em>Colibri serrirostris</em><br />
2 – Glittering-bellied Emerald, <em>Chlorostilbon aureoventris</em><br />
3 – Beija-flor-papo-de-fogo, Brazilian Ruby, <em>Clytolaema rubricauda</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Calcula-se que no Brasil vivem 1.622 espécies de aves, das quais cerca de 620    localizam-se na mata Atlântica. Algumas já estão totalmente desaparecidas. O    Brasil possui mais aves do que toda a África do Sul, o Oriente e a Austrália.</p>
<p>E é o terceiro no mundo em número de espécies de aves, perdendo apenas para    Colômbia e Peru. Das mais de 100 espécies de aves ameaçadas no Brasil, 78 possivelmente    estão na Mata Atlântica.</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_arara.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/avifauna24.jpg" border="0" alt="Arara-canindé e outras araras..." width="70" height="98" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/clicar.gif" alt="" width="15" height="14" /></div>
</td>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_garza.htm"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/avifauna1.jpg" border="0" alt="Garça-branca-grande" width="98" height="70" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/clicar.gif" alt="" width="15" height="14" /></div>
</td>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_papagaio.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/avifauna22.jpg" border="0" alt="Papagaio-de-cara-roxa e outros papagaios..." width="70" height="98" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/clicar.gif" alt="" width="15" height="14" /></div>
</td>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_tucano.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/avifauna16.jpg" border="0" alt="Tucano-toco e outros tucanos..." width="70" height="96" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/clicar.gif" alt="" width="15" height="14" /></div>
</td>
<td>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_tuiuiu.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/nascimento/avifauna20.jpg" border="0" alt="Tuiuiú ou Jaburu" width="70" height="98" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<div><img src="http://www.girafamania.com.br/gifs/clicar.gif" alt="" width="15" height="14" /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center">Veja alguns exemplos, como o <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_guara.html#bigua">biguá</a>,    <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_guara.html#colhereiro">colhereiro</a>, <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_guara.html#martinica">frango-d&#8217;água-azul</a>,    <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_guara.html">guará</a> ou cada ave (abaixo) abre uma nova página:</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_ema.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_ema1.jpg" border="0" alt="Ema" width="183" height="183" /></a></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_tuiuiu.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_tuiuiu1.jpg" border="0" alt="Tuiuiú ou Jaburu" width="184" height="184" /></a></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_papagaio.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_papagaio2.jpg" border="0" alt="Papagaio-verdadeiro" width="186" height="186" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_ararajuba.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_ararajuba2.jpg" border="0" alt="Ararajuba" width="196" height="196" /></a></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_arara.html"><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_arara-vermelha.jpg" border="0" alt="Arara-vermelha-grande ou Arara-piranga" width="163" height="192" /></a></td>
<td><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_aves.htm#Harpia"><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_harpia.jpg" border="0" alt="Harpia" width="177" height="187" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="46%">
<div><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_fauna_brasil.html#topo"><img src="http://www.girafamania.com.br/animados/bolinha.sorriso.gif" border="0" alt="volta ao topo" width="32" height="34" /></a></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<p align="center">ANFÍBIOS, PEIXES E INVERTEBRADOS</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/fauna-ra.jpeg" alt="" width="158" height="140" /></div>
</td>
<td>
<div><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/fauna-salamandra.jpeg" alt="" width="145" height="102" /></div>
</td>
<td>
<div><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_sapos.jpg" alt="" width="222" height="165" /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Dois detalhes de um bloco dos Estados Unidos emitido em 2003. Do lado direito,    anfíbios da Mata Atlântica.</p>
<p>A Mata Atlântica abriga possivelmente 260 espécies de anfíbios (sapos, pererecas,    rãs etc), mas pouco se conhece sobre a sua distribuição geográfica, número de    indivíduos, conservação etc. O mesmo acontece em relação aos peixes e aos invertebrados.    Estima-se, porém, que algumas espécies são muito numerosas.</p>
<p>Os besouros de todo o mundo, por exemplo, podem corresponder – em número de    espécies – a mais da metade do número de todas as espécies de todos os animais    e plantas juntos. Mas são pouco conhecidos. Já no caso dos invertebrados, há    pelo menos 20 espécies em extinção.</p>
<p align="center"><a name="cancer"></a>CARANGUEJOS</p>
<p>Caranguejo é a designação comum às espécies de <strong>crustáceos</strong> decápodes, de pernas terminadas em unhas pontudas. Todos são caranguejos, exceto    aqueles cujas últimas pernas terminam em nadadeiras.</p>
<p>Terrestres ou aquáticos, marinhos ou de água doce, vivem, na maioria, em tocas    que eles mesmos escavam, alimentam-se de detritos orgânicos, e são utilizados    na alimentação humana. Também são chamados de auçá, guaiá.</p>
<p>Curiosidade: Na <a href="http://www.girafamania.com.br/montagem/simbolos.htm">simbologia</a>, o caranguejo    é considerado um símbolo do mal na África, por caminhar para trás&#8230; Entre os    cristãos é um símbolo da ressurreição, por trocar constantemente de casca durante    seu desenvolvimento&#8230;</p>
<p><a name="136"></a>O <a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/datas.html#blocos">bloco</a> (RHM:    B-136) da <a href="http://www.girafamania.com.br/americano/entrada.americana.html#UPAEP">Série América</a>: Preservação    dos Manguezais e Zonas de Maré, foi emitido em 05/06/2004. A Mini-folha que    destaca a vegetação e as espécies de aves e crustáceos desse ecossistema foi    a grande vencedora na Categoria Arte Filatélica. Dezenhada por Álvaro Nunes,    esta emissão também foi a terceira colocada na Categoria Popular. Além de caranguejos,    os selos mostram:</p>
<ul>
<li><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_fauna_guara.html#colhereiro">Colhereiro</a>, cujo nome científico      é <em>Ajaia ajaja</em></li>
<li><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_aves.htm">Bem-te-vi</a> (Great Kiskadee), <em>Pitangus sulphuratus</em></li>
<li><a href="http://www.girafamania.com.br/introducao/zoo_parque_aves.htm">Saracura-do-mangue</a> (Little      Wood-Rail), <em>Aramides mangle</em></li>
</ul>
<table style="height:624px;" border="0" width="645" align="center">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2">
<div><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil2004manguezais.jpg" alt="" width="500" height="379" /></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil2004manguezais4.jpg" alt="" width="320" height="241" /></td>
<td><img src="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil2004manguezais5.jpg" alt="" width="325" height="247" /></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p align="center"><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil_repteis.htm">PÁGINA SOBRE RÉPTEIS e INSTITUTO BUTANTAN</a></p>
<p align="center"><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil.html">PÁGINA DO BRASIL</a></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td></td>
<td>
<div>Última atualização: 23/11/2007.</div>
</td>
<td>
<div><a href="http://www.girafamania.com.br/americano/materia_fauna_brasil.html#topo"><img src="http://www.girafamania.com.br/animados/bolinha.sorriso.gif" border="0" alt="volta ao topo" width="32" height="34" /></a></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<hr />
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="46%"></td>
<td width="7%"></td>
<td width="47%"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/faunabrasileira.wordpress.com/37/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/faunabrasileira.wordpress.com/37/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faunabrasileira.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faunabrasileira.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faunabrasileira.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faunabrasileira.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faunabrasileira.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faunabrasileira.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faunabrasileira.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faunabrasileira.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faunabrasileira.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faunabrasileira.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faunabrasileira.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faunabrasileira.wordpress.com/37/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faunabrasileira.wordpress.com/37/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faunabrasileira.wordpress.com/37/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=37&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">faunabrasileira</media:title>
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			<media:title type="html">Veado-Bororó</media:title>
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			<media:title type="html">Cachorro-do-mato</media:title>
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			<media:title type="html">Lobo-guará</media:title>
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			<media:title type="html">Jaguatirica</media:title>
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			<media:title type="html">Onça-pintada</media:title>
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		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/nascimento/fauna11.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Quat�</media:title>
		</media:content>

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		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/nascimento/fauna10.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Mão-pelada</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_ariranha.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Ariranha</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_lontra.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Lontra</media:title>
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		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/nascimento/fauna5.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Preguiça</media:title>
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		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/animados/aponta-flash.gif" medium="image" />

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/nascimento/fauna8.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Tamanduá-Bandeira</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/animados/bolinha.sorriso.gif" medium="image">
			<media:title type="html">volta ao topo</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/animados/bolinha.sorriso.gif" medium="image">
			<media:title type="html">volta ao topo</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/americano/brasil1991brapex.jpg" medium="image" />

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/nascimento/avifauna24.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Arara-canindé e outras araras...</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/gifs/clicar.gif" medium="image" />

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/nascimento/avifauna1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Garça-branca-grande</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/gifs/clicar.gif" medium="image" />

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/nascimento/avifauna22.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Papagaio-de-cara-roxa e outros papagaios...</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/gifs/clicar.gif" medium="image" />

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/nascimento/avifauna16.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Tucano-toco e outros tucanos...</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/gifs/clicar.gif" medium="image" />

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/nascimento/avifauna20.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Tuiuiú ou Jaburu</media:title>
		</media:content>

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		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_ema1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Ema</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_tuiuiu1.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Tuiuiú ou Jaburu</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_papagaio2.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Papagaio-verdadeiro</media:title>
		</media:content>

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			<media:title type="html">Ararajuba</media:title>
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			<media:title type="html">Arara-vermelha-grande ou Arara-piranga</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/americano/faunabrasil_harpia.jpg" medium="image">
			<media:title type="html">Harpia</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/animados/bolinha.sorriso.gif" medium="image">
			<media:title type="html">volta ao topo</media:title>
		</media:content>

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/americano/fauna-ra.jpeg" medium="image" />

		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/americano/fauna-salamandra.jpeg" medium="image" />

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		<media:content url="http://www.girafamania.com.br/animados/bolinha.sorriso.gif" medium="image">
			<media:title type="html">volta ao topo</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Lista Nacional das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção</title>
		<link>http://faunabrasileira.wordpress.com/2008/06/26/lista-nacional-das-especies-da-fauna-brasileira-ameacadas-de-extincao/</link>
		<comments>http://faunabrasileira.wordpress.com/2008/06/26/lista-nacional-das-especies-da-fauna-brasileira-ameacadas-de-extincao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 19:41:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>faunabrasileira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecossistemas Brasileiros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://faunabrasileira.wordpress.com/?p=35</guid>
		<description><![CDATA[Saiu o EDITAL para a Elaboração de Planos de Recuperação e de Gestão de Espécies de Peixes e Invertebrados Aqáticos. Veja aqui!!! A lista nacional das espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção é um instrumento de conservação da biodiversidade do governo brasileiro, onde são apontadas as espécies que, de alguma forma, estão ameaçadas quanto [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=35&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table style="height:0;" border="0" width="569" align="left">
<tbody>
<tr valign="top">
<td>
<div><strong><span style="font-size:medium;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;color:#336633;"><br />
</span></strong></div>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td height="195">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="70%" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><img src="http://www.mma.gov.br/img/sbf/fauna/abernovo.jpg" alt="" width="461" height="333" /></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
<tr valign="top">
<td height="195">
<div>
<div>
<table border="0" width="60%" bgcolor="#ff0000">
<tbody>
<tr>
<td>
<div><span style="font-size:x-small;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"><span class="style1">Saiu o EDITAL para a Elaboração de Planos de Recuperação e de Gestão de Espécies de Peixes e Invertebrados Aqáticos. </span><a class="style2" href="http://www.mma.gov.br/fnma/apoio/di/ed0206.html">Veja aqui!!! </a></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p align="justify">
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"> A            lista nacional das espécies da fauna brasileira ameaçadas            de extinção é um instrumento de conservação            da biodiversidade do governo brasileiro, onde são apontadas as            espécies que, de alguma forma, estão ameaçadas            quanto à sua existência. </span></p>
</div>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"> Para          a sua elaboração o Ministério do Meio Ambiente (MMA)          e o seu Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais          Renováveis (IBAMA), em parceria com a Fundação Biodiversitas          para a Conservação da Diversidade Biológica, com          a Sociedade Brasileira de Zoologia e com a Conservation International,          valeram-se de centenas de especialistas, em período superior a          um ano que, após criterioso trabalho científico, produziram          a versão inicial da lista.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;">A informação          assim obtida foi divulgada, por via eletrônica, de forma a atingir          o universo dos especialistas brasileiros, na busca de aperfeiçoamento          da lista. Mais de mil contribuições foram recebidas e sistematizadas          sendo levadas, finalmente, a um seminário que definiu a lista nacional          das espécies da fauna brasileira ameaçadas de extinção.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size:x-small;font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;"> Diferentemente          do que ocorreu no passado, a lista assume, agora, características          dinâmicas, orientando os programas de recuperação          das espécies ameaçadas, as propostas de implantação          de unidades de conservação, as medidas mitigadoras de impactos          ambientais e os programas de pesquisa, constituindo-se, ainda, em elemento          de referência na aplicação da Lei de Crimes Ambientais.</span></p>
<p align="justify">
<p><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:xx-small;">Responsável                    pelo conteúdo desta seção:</span><span style="font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:xx-small;"><a href="mailto:faunaameacada@mma.gov.br"><br />
faunaameacada@mma.gov.br </a></span></p>
<p align="justify">
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/faunabrasileira.wordpress.com/35/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/faunabrasileira.wordpress.com/35/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faunabrasileira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faunabrasileira.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faunabrasileira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faunabrasileira.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faunabrasileira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faunabrasileira.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faunabrasileira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faunabrasileira.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faunabrasileira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faunabrasileira.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faunabrasileira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faunabrasileira.wordpress.com/35/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faunabrasileira.wordpress.com/35/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faunabrasileira.wordpress.com/35/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=35&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Flora brasileira</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 19:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>faunabrasileira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fauna e Flora Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Fauna e Flora da Amazônia]]></category>

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		<description><![CDATA[Plantas O Brasil possui a maior biodiversidade vegetal do planeta, com mais de 55 mil espécies de plantas superiores e cerca de dez mil briófitas, fungos e algas, um total equivalente a quase 25% de todas as espécies de plantas existentes. A cada ano, cientistas adicionam dezenas de espécies novas a essa lista, incluindo árvores [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=32&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="445" align="center">
<tbody>
<tr>
<td width="456" height="32"><span style="font-size:12px;font-weight:bold;margin-top:0;vertical-align:text-top;padding:2px 8px 8px;">Plantas</span></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p align="justify"><span style="font-size:11px;"><br />
</span><span style="font-size:11px;"><img src="http://portalamazonia.globo.com/img/upload/sobreAmazonia/flor.jpg" border="0" alt="" hspace="5" align="left" /></span><br />
<span style="font-size:11px;">O Brasil possui a maior </span><span style="font-size:11px;">biodiversidade vegetal do planeta, com mais de 55 mil espécies de plantas superiores e cerca </span><span style="font-size:11px;">de dez mil briófitas, fungos e algas, um total equivalente a quase 25% de todas as espécies de plantas existentes. A cada ano, cientistas adicionam dezenas de espécies novas a essa lista, incluindo árvores de mais de 20 m de altura.</span></p>
<p>Acredita-se que o número atual de plantas conhecidas represente apenas 60% a 80% das plantas realmente existentes no país. Essa diversidade é tão grande que em cerca de 1 ha da Floresta Amazônica ou da Mata Atlântica encontram-se mais espécies de árvores (entre 200 e 300 espécies) que em todo o continente europeu.</p>
<p>A flora brasileira está espalhada por diversos hábitats, desde florestas de terra firme com cerca de 30 m de altura de copa e com uma biomassa de até 400 t/ha, até campos rupestres e de altitude, com sua vegetação de pequenas plantas e musgos que freqüentemente congelam no inverno; e matas de araucária, o pinheiro brasileiro no sul do país. Alguns desses hábitats são caracterizados por uma flora endêmica característica.</p>
<p>Os campos rupestres e de altitude que dominam as montanhas do Brasil central, por exemplo, apresentam uma grande variedade de espécies de velosiáceas, eriocauláceas, bromeliáceas e xiridáceas que só ocorrem nesse hábitat. A maior parte da flora brasileira, entretanto, encontra-se na Mata Atlântica e na Floresta Amazônica, embora o Pantanal Mato-grossense, o cerrado e as restingas também apresentem grande diversidade vegetal.</p>
<p>Algumas famílias de plantas destacam-se por sua grande diversidade na flora brasileira. A família das bromeliáceas, que inclui as bromélias, gravatás e barbas-de-velho, tem mais de 1.200 espécies diferentes. São as plantas epífitas mais abundantes em todas as formações vegetais do país, desde as restingas e manguezais até as florestas de araucária e campos de altitude.</p>
<p>Outras famílias importantes são a das orquidáceas; a das mirtáceas, que dominam a flora das restingas e da Mata Atlântica; a das lecitidáceas, que incluem dezenas de espécies arbóreas da Amazônia; e a das palmáceas, também representadas por numerosas espécies, boa parte de grande importância econômica, como os palmitos, cocos e açaís.</p>
<p><strong>ESPÉCIES EXÓTICAS</strong></p>
<p>Além das espécies nativas, a flora brasileira recebeu aportes significativos de outras regiões tropicais, trazidos pelos portugueses durante o período colonial. Várias dessas espécies de plantas restringiram-se às áreas agrícolas, como o arroz, a cana-de-açúcar, a banana e as frutas cítricas. Outras, entretanto, adaptaram-se muito bem e espalharam-se pelas florestas nativas a tal ponto que freqüentemente são confundidas com espécies nativas.</p>
<p>O coqueiro (Cocus nucifera) que forma verdadeiras florestas ao longo do litoral nordestino brasileiro, é originário da Ásia. Da mesma forma, a fruta-pão (Artocarpus communis) e a jaqueira (Artocarpus integrifolia), originários da região indo-malaia, são integrantes comuns da Mata Atlântica. Além dessas, podemos citar a mangueira, a mamona, o cafeeiro e várias espécies de eucaliptos e pinheiros, introduzidas para a produção de madeira, bem como dezenas de espécies de gramíneas. É comum encontrar em matas degradadas ou brotadas em pastos ou terras agrícolas abandonadas uma grande proporção de espécies exóticas</p>
<p><strong>PLANTAS MEDICINAIS</strong></p>
<p>A diversificada flora brasileira é amplamente utilizada pela população, embora pouco se conheça cientificamente sobre seus usos. Por exemplo, um estudo recente realizado pelo Museu Paraense Emílio Goeldi na ilha de Marajó, no Pará, identificou quase 200 espécies de plantas de uso terapêutico pela população local. A população indígena também utilizou e ainda utiliza a flora brasileira, porém tal conhecimento tem se perdido com sua aculturação. É provável que muitas espécies de plantas brasileiras tenham uso terapêutico ainda desconhecido. Esse conhecimento, entretanto, está ameaçado pelo desmatamento e pela expansão das terras agropecuárias.</p>
<p>Fonte: Enciclopédia Encarta<br />
Portal Amazônia-2005</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/faunabrasileira.wordpress.com/32/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/faunabrasileira.wordpress.com/32/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faunabrasileira.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faunabrasileira.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faunabrasileira.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faunabrasileira.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faunabrasileira.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faunabrasileira.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faunabrasileira.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faunabrasileira.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faunabrasileira.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faunabrasileira.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faunabrasileira.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faunabrasileira.wordpress.com/32/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faunabrasileira.wordpress.com/32/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faunabrasileira.wordpress.com/32/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=32&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Amazônia</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 01:05:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>faunabrasileira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecossistemas Brasileiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Em território brasileiro, os ecossistemas amazônicos ocupam uma superfície de 368.989.221 ha, abrangendo os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e pequena parte dos estados do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso. A Amazônia é reconhecida como a maior floresta tropical existente, o equivalente a 1/3 das reservas de florestas tropicais úmidas e o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=30&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Em território brasileiro, os ecossistemas amazônicos ocupam uma superfície de 368.989.221 ha, abrangendo os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e pequena parte dos estados do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso. A Amazônia é reconhecida como a maior floresta tropical existente, o equivalente a 1/3 das reservas de florestas tropicais úmidas e o maior banco genético do planeta. Contém 1/5 da disponibilidade mundial de água doce e um patrimônio mineral não mensurado.</p>
<p align="justify">A grande diversidade geológica, aliada ao relevo diferenciado, resultou na formação das mais variadas classes de solo, sob a influência das grandes temperaturas e precipitações, características do clima equatorial quente superúmido e úmido. Contudo, a fertilidade natural dos solos é baixa, em contraste com a exuberância das florestas ombrófilas (úmidas) que nelas se desenvolvem.</p>
<p align="justify">A floresta Amazônica é um ecossistema auto-sustentável. Ou seja, é um sistema que se mantém com seus próprios nutrientes num ciclo permanente. Os ecossistemas amazônicos são sorvedouros de carbono, contribuindo para o equilíbrio climático global. Existe um delicado equilíbrio nas relações das populações biológicas que são sensíveis a interferências antrópicas.</p>
<p align="justify">A floresta, apesar de ser a característica mais marcante da Amazônia, não esconde a grande variedade de ecossistemas, dentre os quais se destacam: matas de terra firme, florestas inundadas, várzeas, igapós, campos abertos e cerrados. Conseqüentemente, a Amazônia abriga uma infinidade de espécies vegetais e animais: 1,5 milhão de espécies vegetais catalogadas; três mil espécies de peixes; 950 tipos de pássaros; e ainda insetos, répteis, anfíbios e mamíferos&#8230;</p>
<h2><strong>Tipos de Vegetação do bioma Amazônia</strong></h2>
<p align="justify">Campinaranas</p>
<p>Florestas Estacionais Deciduais e Semideciduais</p>
<p>Florestas Ombrófilas Abertas</p>
<p>Florestas Ombrófilas Densas</p>
<p>Formações Pioneiras</p>
<p>Refúgios Montanos</p>
<p>Savanas Amazônicas</p>
<p align="justify"><strong>Matas de Terra Firme</strong></p>
<p align="justify">Situadas em terras altas, distantes dos rios, sujeitas a alterações. São formadas por árvores alongadas e finas, apresentando espécies como a castanha-do-pará, o cacaueiro e as palmeiras. Possuem grande quantidade de espécies de madeira de alto valor econômico.</p>
<p align="justify"><strong>Matas de Várzea </strong></p>
<p align="justify">São próprias das áreas periodicamente inundadas pelas cheias dos rios. Apresentam maior variedade de espécies. É o habitat da seringueira e das palmáceas.</p>
<p align="justify">Fonte: IBAMA</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/faunabrasileira.wordpress.com/30/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/faunabrasileira.wordpress.com/30/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faunabrasileira.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faunabrasileira.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faunabrasileira.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faunabrasileira.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faunabrasileira.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faunabrasileira.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faunabrasileira.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faunabrasileira.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faunabrasileira.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faunabrasileira.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faunabrasileira.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faunabrasileira.wordpress.com/30/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faunabrasileira.wordpress.com/30/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faunabrasileira.wordpress.com/30/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=30&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Cerrado</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 01:01:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>faunabrasileira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecossistemas Brasileiros]]></category>

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		<description><![CDATA[A área nuclear ou core do Cerrado está distribuída, principalmente, pelo Planalto Central Brasileiro, nos Estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, parte de Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal, abrangendo 196.776.853 ha. Há outras áreas de Cerrado, chamadas periféricas ou ecótonos, que são transições com os biomas Amazônia, Mata Atlântica e [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=28&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A área nuclear ou core do Cerrado está distribuída, principalmente, pelo Planalto Central Brasileiro, nos Estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, parte de Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal, abrangendo 196.776.853 ha. Há outras áreas de Cerrado, chamadas periféricas ou ecótonos, que são transições com os biomas Amazônia, Mata Atlântica e Caatinga.</p>
<p align="justify">Os Cerrados são, assim, reconhecidos devido às suas diversas formações ecossistêmicas. Sob o ponto de vista fisionômico temos: o cerradão, o cerrado típico, o campo cerrado, o campo sujo de cerrado, e o campo limpo que apresentam altura e biomassa vegetal em ordem decrescente. O cerradão é a única formação florestal.</p>
<p align="justify">O Cerrado típico é constituído por árvores relativamente baixas (até vinte metros), esparsas, disseminadas em meio a arbustos, subarbustos e uma vegetação baixa constituída, em geral, por gramíneas. Assim, o Cerrado contém basicamente dois estratos: um superior, formado por árvores e arbustos dotados de raízes profundas que lhes permitem atingir o lençol freático, situado entre 15 a 20 metros; e um inferior, composto por um tapete de gramíneas de aspecto rasteiro, com raízes pouco profundas, no qual a intensidade luminosa que as atinge é alta, em relação ao espaçamento. Na época seca, este tapete rasteiro parece palha, favorecendo, sobremaneira, a propagação de incêndios.</p>
<p align="justify">A típica vegetação que ocorre no Cerrado possui seus troncos tortuosos, de baixo porte, ramos retorcidos, cascas espessas e folhas grossas. Os estudos efetuados consideram que a vegetação nativa do Cerrado não apresenta essa característica pela falta de água – pois, ali se encontra uma grande e densa rede hídrica – mas sim, devido a outros fatores edáficos (de solo), como o desequilíbrio no teor de micronutrientes, a exemplo do alumínio.</p>
<p align="justify">O Cerrado brasileiro é reconhecido como a savana mais rica do mundo em biodiversidade com a presença de diversos ecossistemas, riquíssima flora com mais de 10.000 espécies de plantas, com 4.400 endêmicas (exclusivas) dessa área.. A fauna apresenta 837 espécies de aves; 67 gêneros de mamíferos, abrangendo 161 espécies e dezenove endêmicas; 150 espécies de anfíbios, das quais 45 endêmicas;120 espécies de répteis, das quais 45 endêmicas; apenas no Distrito Federal, há 90 espécies de cupins, mil espécies de borboletas e 500 espécies de abelhas e vespas.</p>
<p align="justify">Até a década de 1950, os Cerrados mantiveram-se quase inalterados. A partir da década de 1960, com a interiorização da capital e a abertura de uma nova rede rodoviária, largos ecossistemas deram lugar à pecuária e à agricultura extensiva, como a soja, arroz e ao trigo. Tais mudanças se apoiaram, sobretudo, na implantação de novas infra-estruturas viárias e energéticas, bem como na descoberta de novas vocações desses solos regionais, permitindo novas atividades agrárias rentáveis, em detrimento de uma biodiversidade até então pouco alterada.</p>
<p align="justify">Durante as décadas de 1970 e 1980 houve um rápido deslocamento da fronteira agrícola, com base em desmatamentos, queimadas, uso de fertilizantes químicos e agrotóxicos, que resultou em 67% de áreas do Cerrado “altamente modificadas”, com voçorocas, assoreamento e envenenamento dos ecossistemas. Resta apenas 20% de área em estado conservado.</p>
<p align="justify">A partir da década de 1990, governos e diversos setores organizados da sociedade debatem como conservar o que restou do Cerrado, com a finalidade de buscar tecnologias embasadas no uso adequado dos recursos hídricos, na extração de produtos vegetais nativos, nos criadouros de animais silvestres, no ecoturismo e outras iniciativas que possibilitem um modelo de desenvolvimento sustentável e justo.</p>
<p align="justify">As unidades de conservação federais no Cerrado compreendem: dez Parques Nacionais, três Estações Ecológicas e seis Áreas de Proteção Ambiental.</p>
<p align="justify">Fonte: IBAMA</p>
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		<title>Pantanal</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 00:59:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>faunabrasileira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ecossistemas Brasileiros]]></category>

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		<description><![CDATA[O Pantanal funciona como um grande reservatório, provocando uma defasagem de até cinco meses entre as vazões de entrada e saída. O regime de verão determina enchentes entre novembro e março no norte e entre maio e agosto no sul, neste caso sob a influência reguladora do Pantanal. Os solos, de modo geral, apresentam limitações [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=27&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">O Pantanal funciona como um grande reservatório, provocando uma defasagem de até cinco meses entre as vazões de entrada e saída. O regime de verão determina enchentes entre novembro e março no norte e entre maio e agosto no sul, neste caso sob a influência reguladora do Pantanal.</p>
<p align="justify">Os solos, de modo geral, apresentam limitações à lavoura. Nas planícies pantaneiras sobressaem solos inférteis (lateritas) em áreas úmidas (hidromórficas) e planossolos, além de várias outras classes, todos alagáveis, em maior ou menor grau, e de baixa fertilidade. Nos planaltos, embora predominem também solos com diversas limitações à agricultura, sobretudo à fertilidade, topografia ou escassez de água, existem situações favoráveis.</p>
<p align="justify">Como área de transição, a região do Pantanal ostenta um mosaico de ecossistemas terrestres, com afinidades, sobretudo, com os Cerrados e, em parte, com a floresta Amazônica, além de ecossistemas aquáticos e semi-aquáticos, interdependentes em maior ou menor grau. Os planaltos e as terras altas da bacia superior são formados por áreas escarpadas e testemunhos de planaltos erodidos, conhecidos localmente como serras. São cobertos por vegetações predominantemente abertas, tais como campos limpos, campos sujos, cerrados e cerradões, determinadas, principalmente, por fatores de solo (edáficos) e climáticos e, também, por florestas úmidas, prolongamentos do ecossistema amazônico.</p>
<p align="justify">A planície inundável que forma o Pantanal, propriamente dito, representa uma das mais importantes áreas úmidas da América do Sul. Nesse espaço podem ser reconhecidas planícies de baixa, média e alta inundação, destacando-se os ambientes de inundação fluvial generalizada e prolongada. Esses ambientes, periodicamente inundados, apresentam alta produtividade biológica, grande densidade e diversidade de fauna.</p>
<p align="justify">A ocupação da região, de acordo com pesquisas arqueológicas, se deu há, aproximadamente, dez mil anos por grupos indígenas. A adequação de atividades econômicas ao Pantanal surgiu do processo de conquista e aniquilamento dos índios guatós e guaicurus por sertanistas. Foi possível implantar a pecuária na planície inundável, que se tornaria a única economia estável e permanente até os nossos dias. Dentro de um enfoque macroeconômico, a planície representou, no passado, um grande papel no abastecimento de carne para outros estados do país. No entanto, esta economia se encontra em decadência.</p>
<p align="justify">Uma série de atividades de impacto direto sobre o Pantanal pode ser observada, como garimpo de ouro e diamantes, caça, pesca, turismo e agropecuária predatória, construção de rodovias e hidrelétricas. Convém frisar a importância das atividades extensivas nos planaltos circundantes como uma das principais fontes de impactos ambientais negativos sobre o Pantanal.</p>
<p align="justify">O processo de expansão da fronteira, ocorrido principalmente após 1970, foi a causa fundamental do crescimento demográfico do Centro-Oeste brasileiro. A região da planície pantaneira, com sua estrutura fundiária de grandes propriedades voltadas para a pecuária em suas áreas alagadiças, não se incorporou ao processo de crescimento populacional. Não houve aumento significativo em número ou população das cidades pantaneiras. No planalto, contudo, o padrão de crescimento urbano foi acelerado. Como todas as cidades surgidas ou expandidas nessa época, as de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul não tinham e nem têm infra-estrutura adequada para minimizar o impacto ambiental do crescimento acelerado, causado, principalmente, pelo lançamento de esgotos domésticos ou industriais nos cursos d’água da bacia. Esse tipo de poluição repercute diretamente na planície pantaneira, que recebe os sedimentos e resíduos das terras altas.</p>
<p align="justify">O mesmo processo de expansão da fronteira foi responsável pelo aproveitamento dos cerrados para a agropecuária, o que causou o desmatamento de vastas áreas do planalto para a implantação de lavouras de soja e arroz, além de pastagens. O manejo agrícola inadequado nessas lavouras resultou, entre outros fatores, em erosão de solos e no aumento significativo de carga de partículas sedimentáveis de vários rios. Além disso, agrava-se o problema de contaminação dos diversos rios com biocidas e fertilizantes.</p>
<p align="justify">A presença de ouro e diamantes na baixada cuiabana e nas nascentes dos rios Paraguai e São Lourenço vem atraindo milhares de garimpeiros, cuja atividade causa o assoreamento e compromete a produtividade biológica de córregos e rios, além de contaminá-los com mercúrio.</p>
<p align="justify">Fonte: IBAMA</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/faunabrasileira.wordpress.com/27/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/faunabrasileira.wordpress.com/27/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/faunabrasileira.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/faunabrasileira.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/faunabrasileira.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/faunabrasileira.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/faunabrasileira.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/faunabrasileira.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/faunabrasileira.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/faunabrasileira.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/faunabrasileira.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/faunabrasileira.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/faunabrasileira.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/faunabrasileira.wordpress.com/27/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/faunabrasileira.wordpress.com/27/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/faunabrasileira.wordpress.com/27/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=faunabrasileira.wordpress.com&amp;blog=3737432&amp;post=27&amp;subd=faunabrasileira&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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