Flora e Fauna Brasil


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Cutia

Classe: Mammalia

Ordem: Odentia

Filo: Dasyproctidae

Nome científico: Dasyprocta Aguti

Nome vulgar: Cutia, acuri, acuti, aguti, acuchi, acouti.

Depois de muito pesquisar para descobrir se o nome correto era “cutia” ou “cotia”. Descobri, pelo dicionário, que o nome correto é “cutia”. Este pequeno animal que mede, em média, 50 à 65 cm e que possui cerca de 7 espécies diferentes  em território brasileiro não possui cauda e tem pés compridos. É um mamífero, roedor e herbívoro. Se alimenta, principalmente, de sementes caídas das árvores, raízes e frutos que esconde enterrados no solo para comer depois. Devido a este hábito acaba sendo responsável pelo plantio de muitas árvores, que se originam das sementes que esquece de comer.  É uma espécie animal bastante comum, vivendo espalhada por vários lugares diferentes, portanto não existe atualmente risco de extinção.

Referências:

http://www.portalamazonia.com.br/secao/amazoniadeaz/interna.php?id=56

Dicionário Informal


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O que é uma Espécie Exótica e uma Exótica Invasora

O-que-e-uma-Especie-invasoraÁrvore de eucalipto. Foto: Wikimedia Commons

Convenção sobre Diversidade Biológica define como Espécie Exótica, toda espécie que se encontra fora de sua área de distribuição natural, isto é, que não é originária de um determinado local.

Espécie Exótica Invasora ou, simplesmente, Espécie Invasora é definida como uma espécie exótica que prolifera sem controle e passa a representar ameaça para espécies nativas e para o equilíbrio dos ecossistemas que passa a ocupar e transformar a seu favor. Pode representar risco até às pessoas.

As Invasoras se adaptam às condições do ambiente no qual se inserem e, além de suas vantagens competitivas naturais, são favorecidas pela ausência de inimigos naturais (predadores), o que lhes permite se multiplicar e degradar ecossistemas. Elas competem com as espécies nativas por recursos como território, água e alimento. Em alguns casos, se alimentam das espécies nativas, o que agrava ainda mais seu impacto ao meio ambiente local.

A invasão de relativamente poucas espécies muito adaptáveis e competitivas sobre áreas distintas do globo tende a empobrecer e homogeneizar os ecossistemas, e, hoje, é a segunda maior ameaça à perda de espécies nativas, atrás apenas da redução/degradação de habitats. As Invasoras são responsáveis por declínios populacionais e extinções.

Invasões podem acontecer de maneira natural, entretanto, as atividades e movimentações humanas são a principal razão na introdução de espécies exóticas em praticamente todas as regiões do globo. À medida que novos ambientes são colonizados e ocupados pelo homem, plantas e animais domesticados são transportados, e proporcionam condições de dispersão muito além das capacidades naturais das Espécies Exóticas.

Fatores humanos como migração, colonização de novas terras, aumento de população e o intenso comércio internacional de animais de estimação e plantas ornamentais facilita a introdução de Exóticas. O desmatamento e a degradação de áreas verdes também abrem a guarda dos ecossistemas locais à invasões. Finalmente, as mudanças climáticas podem incentivar ou forçar a migração de espécies que tentam sobreviver.

As invasões favorecem a disseminação de doenças e pragas e também acarretam prejuízos para colheitas, degradam florestas, solos e pastagens.

As espécies invasoras representam um dos maiores desafios ambientais que o mundo enfrenta e combatê-las nem sempre é possível. Ao contrário de outros problemas ambientais que podem ser amenizados pelo tempo, as espécies invasoras com frequência se tornam dominantes e suas consequências negativas tendem a se agravar à medida que sua adaptação se completa.

O combate às invasoras, via de regra, é um procedimento complexo, custoso e sem resultados garantidos, fora o risco de efeitos adversos imprevistos. Houve caso em que a introdução de uma espécie inimiga da invasora, numa tentativa de eliminar esta, resultou na espécie que se esperava resolver o problema, ao invés, piorá-lo: a predadora ignorou a invasora e atacou as nativas mais abundantes e acabou por se tornar uma nova praga, responsável pela extinção de várias outras.

A prevenção das invasões ainda é a melhor medida, mas se ela não é mais possível a erradicação é a melhor alternativa, antes que o problema saia de controle. De acordo com o caso, pode ser que a erradicação de uma Exótica exija cooperação internacional.

Existem programas e convenções internacionais, nacionais e regionais dedicados à solução do problema. Entre os acordos multilaterais em vigor sobre o assunto estão a Convenção sobre a Biodiversidade, o capítulo 11 daAgenda 21, a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção (CITES), a Convenção Internacional sobre a Proteção de Plantas (IPPC) e as Recomendações da IUCN para a Prevenção da Perda de Biodiversidade Causada por Espécies Invasoras.

No Brasil, em 2005, o governo federal e parceiros criaram o Informe Nacional sobre Espécies Exóticas Invasoras que visa sistematizar e divulgar as informações já existentes sobre o tema. O Ministério do Meio Ambiente apenas começou a estudar e enfrentar este desafio, mas reconhece que ele é de grande magnitude e exige ação urgente.

Fonte: ((o))eco


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Arara Azul

Arara-azul

 

A Raridade

A Arara

é uma ave rara, pois o homem não pára

De ir ao mato caçá-la, para pôr na sala.

Em cima de um poleiro…

Onde fica, o dia inteiro

Fazendo escarcéu, porque já não pode

Voar pelo céu.

E se o homem não pára

De caçar arara

Hoje uma ave rara

Ou arara some

ou então muda seu nome

Para rara.

“A Raridade” de José Paulo Paes.

 

Classificação Científica

Nome Científico: Anodorhynchus hyacinthinus

Reino: Animalia

Filo: Chordata

Classe: Aves

Ordem: Psitaciformes

Família: Psittacidae

Distribuição Geográfica: Região Norte e Central do Brasil e no Pantanal Boliviano

 

A arara-azul se destaca por sua beleza, tamanho e comportamento. Possui um azul exuberante, seu tamanho pode chegar a 100 centímetros de comprimento e 120 centímetros de envergadura. Está entre as espécies ameaçadas de extinção devido a degradação do seu habitat natural, caça, e ao comércio clandestino.

A população de Araras-Azuis é de aproximadamente 6500 indivíduos assim distribuídos: Pantanal com cerca de 5000 araras (é a que se encontra em melhor situação na natureza). No Mato Grosso do Sul, estima 4000 araras sendo que a população tem aumentado e expandido. No Mato Grosso, estima cerca de 800 indivíduos. Na Bolívia tinha praticamente acabado e voltou a aparecer, com cerca de 150-200 indivíduos.No Brasil Central com cerca de 800-1000 araras-azuis, e na região Norte do Brasil, aproximadamente 500 araras-azuis, incluindo os estados do Amazonas e Pará, podendo haver uma lacuna entre as populações do dois estados..

As araras-azuis voam sempre em pares ou em grupo, elas são extremamente sociável e os casais geralmente são fiéis e dividem a tarefa de cuidar dos ovos e filhotes. Se alimentam das castanhas retiradas de cocos de duas espécies de palmeira: acuri e bocaiuva. No caso do acuri, aproveitam aqueles caídos no chão, ruminados pelo gado ou por animais silvestres e o coco da bocaiuva é colhido e comido diretamente no cacho.

Seus ninhos geralmente são feitos no tronco de árvores como a de ximbuva, angico branco e manduvi, que possui um cerne macio. O pico de reprodução pode variar, mas em geral acontece de setembro a outubro, sendo que a criação dos filhotes pode se estender até janeiro ou fevereiro do ano seguinte.A fêmea costuma botar de 1 a 3 ovos em dias diferentes, a média encontrada é de 2 ovos. É ela que fica no ninho, chocando os ovos, sendo nesse período alimentada pelo macho. O período de incubação do ovo é de 28 a 30 dias.

Depois de nascidos, os filhotes correm risco de vida até 45 dias após seu nascimento, pois não conseguem sobreviver a invasão de outros animais ou pássaros no ninho, na maioria dos casos apenas um filhote, geralmente o mais saudável, sobrevive, são alimentados pelos pais até os 6 meses e só se aventuram a voar pela primeira vez após 3 meses de vida.

Essas aves têm um aliado importante na luta pela sua preservação: o Projeto Arara Azul, criado pela bióloga Neiva Guedes para salvar a espécie de extinção. Pois, por mais que sua população possua uma número significativo de indivíduos, a arara-azul ainda está sendo considerada uma espécie ameaçada de extinção devido a sua baixa taxa de natalidade, a destruição do seu habitat e a coleta de ovos e de filhotes para o tráfico ilegal.

 

Fonte: Instituto Arara Azul


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Flora Brasileira em Extinção

O processo de extinção é definido como o evento em que se relaciona o desaparecimento de espécies ou grupos de espécies de um determinado ambiente. Mas esse que deveria ser um evento natural, tem sido provocado pela ação desrespeitosa do ser humano. A extinção deveria ser fato provocado por outros fatores, como o longo isolamento geográfico, diferenciação genética, catástrofes naturais e até mesmo devido ao surgimento de espécies mais evoluídas, mas a realidade é um tanto contrária.

flora ameaçda de extinção no Brasil

O surgimento e/ou a extinção das espécies naturalmente demanda milhões de anos para acontecer.

A exploração do meio ambiente, bem como todas a outras ações predatórias realizadas pelos homens, estão acelerando a extinção das espécies, seja da fauna, como também da flora. Na verdade quando ocorre o desaparecimento de um tipo de plantas ou de um animal, certamente ambos se prejudicam e assim, a natureza vai sendo devastada. A principal causa da extinção da flora está no extrativismo ilegal, feito com a finalidade de obter substâncias benéficas para o homem, seja na elaboração de cosméticos, medicamentos, entre outros.

No Brasil, a primeira Lista Oficial feita sobre as espécies da flora ameaçadas de extinção foi editada no ano de 1968, conde se pode constatar cerca de 13 espécies, no entanto, nos anos seguintes esse número triplicou. Na lista de 1992 até o sidas atuais, estão enumeradas aproximadamente mais de 1537 espécies, entre elas estão doze espécies importantes de madeiras, como o “pau-roxo” (Peltogyne maranhensis), da Amazônia.

Algumas espécies em extinção:

Syngonantus suberosus

 

 

 

Margarida – Syngonantus suberosus

 

 

 

 

jaborandi

 

 

Jaborandi-legitimo – Rutaceae Pilocarpus microphyllus

 

 

 

 

Gravatá

 

 

 

Gravatá – Bromeliaceae Vriesea brusquensis

 

 

 

 

Erva-de-santa-luzia

 

 

 

 

Erva-de-santa-luzia – Davilla glaziovii

 

 

 

 

 

pinheiro brasileiro

 

 

 

Pinheiro-brasileiro – Araucaria angustifolia

 

 

 

 

 

 

De acordo com as pesquisas, a região que mais sofre com extinção da flora é a Mata Atlântica, mas os outros biomas brasileiros também estão ameaçados, o cerrado, por exemplo, fica na segunda posição de local com maior degradação de espécies. Por causa disso, muitas ações são realizadas afim de evitar o aumento da extinção e a preservação das espécies, o Ministério do Meio Ambiente sempre está lançando planos de defesa dos biomas, mas ainda é insuficiente se comparando com os atos cometidos contra a natureza.

De acordo com a lista, o número de espécies da flora brasileiras se baseiam nos diferentes biomas – Mata Atlântica:276, Cerrado:131, Caatinga:46, Amazônia:24, Pampa:17 e Pantanal: 02. Esse crescimento constante no número de espécies em extinção, confere e reflete o aumento das pressões antrópicas sobre a vegetação de diferentes regiões do Brasil, bem como a intensa exploração de variados tipos de plantas existentes.

Fonte: http://www.dicasfree.com/flora-brasileira-em-extincao/#ixzz337euAQhL


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Presente x Futuro

 

Imagem

 

 

 

Pensar em sustentabilidade é pensar na família, no próximo e em você mesmo.”

– Dijalma Augusto Moura –

Muito se fala sobre preservação do Meio Ambiente para garantirmos um futuro melhor para nossos filhos e netos, mas aí esquecemos que nosso presente já não está tão agradável. Vemos inúmeras reportagens e artigos falando sobre o quão “louca” está a natureza, são chuvas torrenciais ou secas devastadoras, animais selvagens presentes em cenários urbanos, mar remodelando o litoral brasileiro… E ainda dizemos que devemos nos preocupar com o futuro? Não descarto essa ideia, mas devemos nos preocupar muito mais com o presente.

Em alguns lugares começamos o ano numa seca horrível, a umidade estava tão baixa que pessoas estavam passando mal e as gotas de chuva antes mesmo de tocar o solo já haviam evaporado, as barragens secando e o povo consumindo como se não houvesse amanhã. Em outras regiões chove tanto que existem lugares decretando estado de calamidade, famílias desabrigadas por terem suas casas alagadas. Não reconhecemos mais as estações, está tudo fora de ordem. Falta comida ou por falta da água ou pelo excesso dela.

Por mais que se chova muito ainda nos vemos com um problema: A falta de água. Sim, a água, aquela que ocupa mais de 70% da superfície de nosso planeta, aquela que tem maior nível de concentração no Brasil, que possui cerca de 15% da água doce de todo planeta. O desmatamento e a poluição tem sido os principais causadores dessa escassez. A contaminação da água vem matando animais e destruindo plantações, afetando nossa fauna e flora. Esta também ameaçada pelo aquecimento global, que tendo derretido as calotas polares do Atlântico Norte tem ameaçado “baleias jubarte, tartarugas pente, albatrozes, papagaio-da-cara-roxa, recifes de corais e até as araucárias”¹.

As consequências do aquecimento também ameaça o homem (caso animais e vegetação não lhe atinjam), o mar tem avançado e ameaçado destruir praias e até cidades, tendo Recife (Veneza Brasileira) como principal. Todo esse desequilíbrio ambiental tem feito com que animais, sem ter o que comer ou para onde ir, estão começando a invadir a área urbana (como se não tivéssemos sido nós a invadir a área  deles, não!). Isso é preocupante para a população e para a segurança física desses animais que são mortos ou feridos em rodovias ou por pessoas que, por falta de informação, acabam por matar esses animais tão importantes para o ecossistema.

É  importante que haja reflexão, mas é imprescindível que haja atitude. Precisamos mudar alguns hábitos e precisamos já, pois a natureza não espera ela apenas reage. Muito mais importante do que fazemos pelo futuro é o que fazemos por nosso presente.

¹ Juliana Gonçalves, Gazeta Povo, 25 de janeiro de 2012.

Por: Rayana Gomes


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Características da Fauna e Flora Brasileira

Rhea americana – Ema

O Bioma Cerrado ocupa cerca de 2 milhões de km2 do território brasileiro. Ocorre em 13 estados brasileiros e no Distrito Federal, e também na Bolívia.

Tayassu tajacu - Caitetu
Tayassu tajacu – Caitetu

A ocupação começou no Séc. XVIII. As incursões nessa vasta região eram realizadas principalmente através dos rios e veredas, caracterizadas pela ocorrência de buritis (Mauritia flexuosa), devido a maior facilidade de penetração. O interesse inicial era a exploração mineira nos estados de Goiás e Mato Grosso.

Falsa-ciganinha - Riedeliella
Falsa-ciganinha – Riedeliella

Concomitantemente e também após o declínio destas atividades houve a implantação de uma pecuária extensiva baseada em pastagens nativas e capins africanos como o jaraguá (Hyparrhenia rufa) e capim gordura (Melinis minutiflora). Essas atividades pecuárias antigas encontram-se hoje em desuso devido a baixa produtividade e a destruição ambiental. Atualmente a maioria dos pecuaristas adotam técnicas modernas de produção e há um aumento crescente com as questões ambientais.

Lonchophylla dekeyseri - Morceguinho do Cerrado
Lonchophylla dekeyseri – Morceguinho do Cerrado

A grande ocupação do Cerrado iniciou no século XX, com o translado da capital do Brasil do Rio de Janeiro para Brasília. No final da década 70, a Região do Cerrado era pouco explorada. As correntes migratórias, principalmente das regiões Sul e Sudeste do país, tornaram o Cerrado o celeiro do mundo.

Estilosantes - Stylosanthes
Estilosantes – Stylosanthes

Segundo dados da Embrapa Cerrados hoje existem na região 50 milhões de hectares de pastagens cultivadas, 30 milhões de hectares de pastagens nativas, 13,5 milhões de hectares de culturas anuais e dois milhões de hectares de culturas perenes e florestais.

Agouti paca - Paca
Agouti paca – Paca

Atualmente muitas empresas agropecuárias adotam tecnologias de ponta para fazer o Cerrado produzir. Devido a baixíssima fertilidade dos solos foram adotadas técnicas de correção, adubação e manejo dos mesmos, alem de produzir cultivares de plantas comerciais adaptados ao Bioma.

Buriti - Mauritia
Buriti – Mauritia

Com todo esse desenvolvimento econômico houve uma perda do conhecimento sobre a fauna e a flora existente nesta área, principalmente sobre o potencial valor econômico dos mesmos.

Caiman latirostris - Jacaré do papo amarelo
Caiman latirostris – Jacaré do papo amarelo

A flora e fauna do Cerrado são riquíssimas. Esta região possui cerca de 10.000 espécies vegetais. Estima-se que em cada hectare podem ser encontradas cerca de 400 espécies de plantas. Quanto a fauna são conhecidas cerca de 1.600 espécies de animais.

Amendoim Forrageiro - Arachis
Amendoim Forrageiro – Arachis

São 195 espécies de mamíferos, sendo 18 endêmicas. Devido a essa grande biodiversidade o Cerrado é considerado uma das 25 áreas do mundo prioritárias para a conservação.

Leopardus pardalis - Jaguatirica
Leopardus pardalis – Jaguatirica

Devido a essa importância econômica e ambiental a Embrapa Gado de Corte e a Embrapa Cerrados tornam disponíveis informações sobre as espécies da flora e da fauna dessa grande região brasileira. Dentro desse contexto contamos com a colaboração dos produtores agropecuários considerando-os nossos grandes aliados na conservação ambiental dos Biomas brasileiros.

Fonte: http://www.cnpgc.embrapa.br

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